PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

INSTITUTO DE SANEAMENTO AMBIENTAL – ISAM

SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - SEDU

 

 

Metodologias e Técnicas para Minimização,

Reutilização e Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos

 

 

Avaliação Técnico-Econômica e

Social de Sistemas de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos Urbanos Existentes no Brasil

 

VOLUME  I

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:  CEMPRE.

 

 

 RELATÓRIO FINAL

JULHO – 99

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


RELATÓRIO FINAL – Julho/99

 

I.               APRESENTAÇÃO

 

1.1.  Histórico

1.2.  Formulação do Problema

1.3.  Objetivos do Trabalho

1.4.  Metodologia de Execução

 

II. Banco de Dados

 

2.1. Amostragem

         Anexo 1 - Questionário B

2.2. Aplicativo SPHINX PLUS2

2.3. Questionário B - Análise

 

III. APOIO LOGÍSTICO

 

3.1. - Bibliografia

3.2. - CETEA

3.3. - CEMPRE

3.4 - LIXO BRASIL

3.5. - REPIDISCA

3.6. - RENIMA

3.7. - RESOL

3.8. - UNILIVRE

3.9. - Vídeos

3.10. - Internet/e-mail

3.11. - Visitas a Sistemas

3.12. - Participação em Eventos

 

IV. ELEMENTOS DE COLETA SELETIVA

 

4.1. - Resíduos Sólidos Urbanos (Produção per capita do Lixo)

4.2. - Frações do Lixo (Orgânico, Reciclável e Rejeito)

4.3. - Frações do Lixo Reciclável (papéis, plásticos, vidros e metais)

4.4. - Disposição Final

4.5. - Compostagem

4.6. - Catadores

4.7. - Carrinheiros/Carroceiros

4.8. - Postos de Entrega Voluntária

4.9. - Cooperativas

4.10. - Sistemas de Trocas

4.11. - Coleta Porta-a-Porta

4.12. - Centros de Triagem

4.13. - Usinas de Triagem

4.14. - Depósitos e Aparistas

4.15. - Centros de Transferência

4.16. - Educação Ambiental

4.17 - Gestão da Coleta Seletiva e Reciclagem

4.18 - Indústrias/Processos

 

V. AVALIAÇÃO

 

5.1 - Tendências na geração de resíduos sólidos urbanos

·       Estados Unidos

·       Alemanha

·       Japão

·       Brasil

·       · Agenda 21

·       ·  IPEA

·       ·  Faculdade de Saúde Pública/USP

·       · PRONAR

·       · Programa Brasileiro de Reciclagem – PBR

·       Conclusões

 

5.2.- Avaliações

5.3. - Recomendações

5.4. - Equipe Técnica

 

VI. CARTILHA (Modelo)

I. APRESENTAÇÃO

 

1.1 - Histórico

 

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) lançou em princípios do ano de 1996, o Edital 01/96 - PROSAB, tendo em vista apoiar um Programa Nacional voltado ao desenvolvimento científico e tecnológico da área do Saneamento Básico, denominado PROSAB.

                        Em março/96 a PUC-PR/ISAM qualificou-se como instituição estabelecida em pesquisa, dentro do TEMA 3 - Metodologias e Técnicas para Minimização, Reutilização e Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos.

                        Em maio/96 a proposta recebeu parecer favorável da FINEP, sugerindo a sua contratação com a Secretaria de Política Urbana (SEPURB) do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO). Após negociações realizadas entre as partes, o valor inicial proposto foi reduzido, bem como a metodologia inicial foi alterada (*).

                        Em 09 de outubro/97 foi firmado o Convênio 02/97entre o MPO/SEPURB e a Sociedade Paranaense de Cultura, Mantenedora da PUC-PR/ISAM, segundo Processo 03200.003340/96-40, publicado em DO, N.º 198 de 14/10/97.

                        O projeto teve início em 19/NOV/97, quando da liberação da 1.º Parcela dos Recursos alocados pela SEPURB, com término previsto para DEZ/98.

                        Em 08/DEZ/97 foi realizado um Workshop, em Brasília, para acerto final da metodologia de execução dos trabalhos.

                        Em 12/OUT/98 foi firmado o Primeiro Termo Aditivo, alterando-se a liberação dos recursos da 2.º Parcela, por parte da SEPURB  e ampliando-se a vigência do Convênio.

                        Em 31/DEZ/98 foi firmado o Segundo Termo Aditivo, alterando-se os desembolsos 3 e 4 para o ano de 1999 e alterando-se o prazo final para conclusão dos trabalhos para 31/JUL/99.

                        Em JUL/99 foi firmado o Terceiro Termo Aditivo.

            (*) Elementos da reavaliação da proposta inicial

            Ÿ Valor inicial - R$ 327.894,00 (A cargo da SEPURB)

            Ÿ Após reavaliação - R$ 130.000,00 (A cargo da SEPURB)

            Ÿ Especificação / Plano de trabalho

 

 

            Ÿ Produtos esperados 

 

Figura 1.0 - Projetos UFRGS e PUC/PR.

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


            Fonte: PUCPR/ISAM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.2 - Formulação do Problema

 

                        Reduzir, Reutilizar e Reciclar os resíduos sólidos urbanos se constitui atualmente no principal elemento para a redução do passivo ambiental já que pode ser estimado um valor de até 30% do volume dos resíduos gerados, por um programa 3R's bem executado.

                        Para a obtenção do índice esperado é de grande importância o perfeito entendimento de métodos e técnicas que envolvem a coleta seletiva dos resíduos sólidos urbanos. As componentes técnicas, econômicas e sociais envolvidas no processo devem ser bem conhecidas.

                        A coleta seletiva pressupõe a separação dos materiais potencialmente recicláveis e presentes nos RSU: papel, papelão, vidro, plástico, metais, do restante dos resíduos (orgânicos, rejeitos, etc.) nas suas próprias fontes geradoras. As fontes geradoras variam desde residências, escolas, escritórios, indústrias, estabelecimentos públicos e privados, etc.

                        Segundo o IPEA, os princípios de Reduzir, Reutilizar e Reciclar o lixo são utilizados com ênfase diverso nas várias experiências cada vez mais numerosas de coleta seletiva no país. Estas experiências buscam transformar o comportamento da sociedade em relação ao lixo por ela gerado. As técnicas que orientam os programas de coleta seletiva podem ser genericamente classificadas em:

                        a) acondicionamento seletivo na fonte geradora (separar em casa) - esta ainda pouco usada no país por demandar transformações culturais e das estruturas sociais e econômicas que resultam em difícil adesão por parte da população;

                        b) centros de triagem (locais de recepção e classificação para comercialização do material) - esta técnica apresenta a maior variedade de formatos organizativos e parcerias, envolvendo principalmente os catadores de rua, o poder público, associações comunitárias, cooperativas e agentes privados;

                        c) usinas de triagem de lixo - (unidades nas quais são efetuadas as operações de recepção, triagem dos materiais e compostagem dos resíduos) - técnica utilizada apropriada para a reciclagem do lixo de centros urbanos de certa escala. Várias experiências implantadas tornam visíveis algumas de suas limitações, vantagens e desvantagens.

                        Para assegurar a realização dos programas de coleta seletiva são utilizadas também diversas metodologias que combinam estratégias e formas de "como

fazer" e "como participar" na implementação dos programas. Os Postos de Entrega Voluntária - PEV's geralmente instalados em escolas, shoppings, supermercados e igrejas têm sido utilizados principalmente em programas que atendem interesses específicos de empresas em relação a determinados mercados de reciclados (vidros, latas, etc.) e em processos pedagógicos de educação ambiental. O incentivo e apoio ao trabalho dos catadores de rua, que precede historicamente qualquer iniciativa de reaproveitamento de resíduos no país, permitem não só reduzir os gastos públicos com a prestação dos serviços de limpeza urbana mas, também e principalmente, representam uma oportunidade de valorizar a população marginalizada de catadores criando oportunidades de trabalho e geração de renda. Nesta linha, merece destaque o importante papel desempenhado pelas cooperativas de catadores e associações de carrinheiros. Outro método adotado em várias cidades é o chamado sistema de trocas, que procura a adesão dos moradores ao programa mediante a troca do lixo por alimentos, material escolar, material de construção, computadores, vale transporte, etc.

            A coleta seletiva feita pelas Prefeituras - de porta-a-porta - vem sendo diversificada gradativamente pela adoção combinada de alguns dos métodos mencionados. Procura-se assim obter maior cobertura dos serviços, o aumento da viabilidade financeira, a destinação correta do material coletado ou ampliar as oportunidades de trabalho e renda. O quadro a seguir ilustra as formas adotadas por alguns Municípios brasileiros.

Quadro 1.0

Experiências

Técnicas

 

Métodos

 

 

 

A

B

C

1

2

3

4

Angra dos Reis - RJ

 

 

 

 

 

 

 

Belo Horizonte - MG

 

 

 

 

 

 

 

Canoas - RS

 

 

 

 

 

 

 

Coopamare - SP

 

 

 

 

 

 

 

Niterói - RJ

 

 

 

 

 

 

 

Porto Alegre - RS

 

 

 

 

 

 

 

Rio de Janeiro - RJ

 

 

 

 

 

 

 

                               Fonte: IPEA

                         

A - Separação em casa                       1 - PEV's

                        B - Em centros de triagem                  2 - Cooperativas de catadores

                        C - Em usinas de tratamento               3 - Sistemas de troca

                                                                                   4 - Porta-a-Porta                   

            A experiência adquirida pelo ISAM nos seus 20 anos de atividades e especificamente na área dos resíduos sólidos urbanos possibilita a visão de sistemas já implantados em Paranaguá e Toledo e em implantação em Cascavel, cidades do Estado do Paraná,  bem como a convivência direta com o Programa "Lixo que não é Lixo" de Curitiba.

            Outro aspecto importante da coleta seletiva e reciclagem é o estabelecimento de estudos comparativos das tecnologias utilizadas tendo em vista os custos operacionais dos diversos sistemas, isto é, R$ / tonelada coletada. O caso de Curitiba, apresentava em 1994 um custo de R$ 189,00 / tonelada de recicláveis coletada, para R$ 25,00 / tonelada de resíduos sólidos urbanos coletados, utilizando 19 veículos tipo baú e guarnições de (19 x 4) = 76 operários, retirando em média 25  toneladas por dia de materiais recicláveis. Por outro lado, cerca de 1000 "carrinheiros" retiravam por dia, cerca de 120 toneladas de materiais recicláveis ao preço médio de R$ 50,00 / tonelada.

            Referências do Prof. Armando Borges de Castilhos Jr., da UFSC, em artigo publicado à página 43, da Revista Saneamento Ambiental, n.º 37, apresentam um custo 50 vezes maior para coleta seletiva do que para o sistema regular. Em seus estudos efetuados em Florianópolis, os custos da coleta seletiva bem operada poderá situar-se em torno de R$ 250,00 / tonelada coletada.

            Essas referências, por si só, demonstram a necessidade de um estudo detalhado a nível nacional das técnicas e métodos utilizados para a coleta seletiva, justificando-se o projeto em execução.

            Já o Prof. Sabetai Calderoni, em seu livro "Os Bilhões Perdidos no Lixo" sugere que a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais separados do lixo, sempre apresentam vantagens, que se contabilizadas corretamente, apresentam lucros financeiros.

O fluxograma da coleta seletiva, a seguir, apresenta esquematicamente, a complexidade do sistema.

 

 

 

 

 

 


Figura 1.1

Fonte: PUCPR/ISAM

 

                        Conhecer detalhadamente as formas, os modelos, os sistemas, as técnicas e os métodos empregados nas cidades brasileiras, em suas diferentes regiões sócio-econômicas, usados na separação dos materiais potencialmente recicláveis e presentes nos resíduos sólidos urbanos, constitui-se no presente relatório de avaliação.

 

 

 

 

 

 

1.3 -  Objetivos do Trabalho

 

            O objetivo principal do trabalho é o levantamento de métodos e técnicas existentes no país relacionadas a coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos destinados à reciclagem.

            Como objetivos específicos relaciona-se:

 

·       Definição dos elementos que compõem a coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos;

·       Diagnóstico dos sistemas existentes, mediante envio de questionário padrão, em conjunto com o questionário de limpeza urbana;

·       Consulta bibliográfica existente no país e organização de um glossário bibliográfico;

·       Adequação e/ou desenvolvimento de aplicativos computacionais para compatibilização dos resultados encontrados tanto nos questionários como na bibliografia consultada;

·       Elaboração de cartilha sobre os processos recomendados para a coleta seletiva, tendo em vista populações urbanas de 0-10.000 habitantes, 10.000-100.000 habitantes e 100.000 a 500.000 habitantes, para as 5 regiões sócio-econômicas do país, bem como para as capitais;

·       Permitir à SEPURB recomendar métodos e técnicas para a coleta seletiva de RSU nos municípios brasileiros definindo políticas para sua implantação no país;

·       Integração direta com pesquisadores de outros centros/institutos de pesquisa na área de resíduos sólidos urbanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.4 – Metodologia de Execução

 

                        A avaliação das experiências de coleta seletiva foi feita a partir de uma identificação das mesmas em consultas bibliográficas, anais de eventos e meios de comunicação. Os parâmetros de interesse, bem com a forma de coleta dos dados, definidos a seguir, contam com experiências anteriores. Estas têm demonstrado que é necessário um contato mais estreito com os locais em que as experiências se desenvolvem, não sendo suficientes as consultas à distância as quais muitas vezes permanecem sem resposta. Para tanto, foram realizados deslocamentos até os pontos de interesse, ao mesmo tempo em que acionados os demais meios de comunicação. Obtidos os dados, os mesmos foram sistematizados e analisados, permitindo-se obter conclusões e elaborar o diagnóstico.

                        A busca de informações através do envio de questionários às Prefeituras, foi outra técnica utilizada na realização dos trabalhos.

                        O cruzamento das informações obtidas via referência bibliográfica, com visitas e questionários, permitem o levantamento da matriz de opções recomendadas.

                        A Figura 1.2 representa esquematicamente, o plano de trabalho desenvolvido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 1.2


Fonte:  PUCPR/ISAM

 

 

 

 


Os trabalhos executados obedeceram a metodologia fixada que divide as diversas etapas da coleta seletiva, desde a produção dos RSU (cidade suja) até a entrada dos recicláveis nas indústrias (cidade limpa) em 18 "janelas". Cada "janela" representa uma parte do fluxo da coleta seletiva/reciclagem, conforme figuras 1.3 e 1.4. O cruzamento dos elementos descritivos das "janelas" obtidos em visitas, bibliografia, anais de eventos, relatórios e projetos com o banco de dados obtido pelas respostas aos questionários, determinou a base do diagnóstico dos sistemas de coleta seletiva  existentes no país.

 

Figura 1.3


 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 1.4


 

 

 


II. BANCO DE DADOS

 

                        O questionário inicial de avaliação de experiências de Coleta Seletiva/Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos, foi concebido na fase de proposta, tendo sido revisado quando do envio às Prefeituras e após teste realizado em várias Prefeituras.

                        A Figura 1.5 representa as etapas para composição do banco de dados e o Anexo 01 o questionário B enviado. A metodologia segue a seguinte nomenclatura:

 

            DOC.1 - Municípios referente ao levantamento IBGE/1996.

            DOC.2 - Municípios escolhidos do programa comunidade solidária.

            DOC.3 - Municípios escolhidos para a pesquisa.    

DOC.4 - Municípios para os quais foram enviados formulários.

DOC.5 - Municípios novos pesquisados.

Municípios      A - de 0 a 10.000 Habitantes.

                        B - de 10.001 a 100.000 Habitantes.

                        C - de 100.001 a 500.000 Habitantes.

                        D - Capitais.

                        Para a execução dos trabalhos a partir dos questionários respondidos, a equipe técnica desenvolveu um aplicativo computacional tendo em vista um aprimoramento tecnológico. A necessidade de ter em mãos meios computacionais é, exclusivamente, auxiliar os profissionais da área em obter uma precisão maior nos resultados. Para tanto, utilizou-se um software chamado SPHINX Plus2  de autoria da FREITAS & CUNHA Consultores Ltda. , que é um sistema simples que permite efetuar todos os tratamentos básicos necessários para realizar adequadamente uma pesquisa, um estudo ou uma enquete,  da qual inter-relacionam-se os quesitos apresentados.

                        Entretanto, inserir esse questionário, com sua grande variedade de estilos de perguntas e posteriormente de respostas, necessitou de um estudo aprofundado no software, para uma adaptação correta ao aplicativo, buscando uma didática de fácil manuseio, possibilitando fácil acesso ao SPHINX.

                        O aplicativo dispõe de ótimas ferramentas para a elaboração e análise do questionário. Dentre elas, as contribuições estatísticas relacionadas à cada questão individualmente e/ou cruzada, como freqüências, porcentagens, intervalos de confiança, médias, desvios-padrão, associações e outros, e ainda gráficos de intensidade, setores, regiões, histogramas, até mesmo gráficos fatoriais. Por último, as questões de respostas dissertativas (abertas), também inseridas. O seu maior resultado é a multiplicação (cruzamento) dos tratamentos de tabelas e dos gráficos. Sua aplicação fornece uma abundância de informações para argumentar, comunicar e convencer.


                        Portanto, a idéia básica do SPHINX, é relacionar as perguntas e respostas a um banco de dados para obter informações, conhecimentos e sua interação ao Projeto.

 


2.1. - Amostragem

 

Quadro 1.1 - Controle dos questionários recebidos pela UFRGS até 05/11/98.

 

 

 

Env.

05/Nov.

%

REGIÃO SUL

668

215

32,19

Paraná

170

32

18,82

Rio Grande do Sul

434

171

39,40

Santa Catarina

64

12

18,75

 

 

 

 

REGIÃO SUDESTE

429

101

23,54

Espírito Santo

20

1

5,00

Minas Gerais

80

17

21,25

Rio de Janeiro

24

2

8,33

São Paulo

305

81

26,56

 

 

 

 

REGIÃO CENTRO-OESTE

59

6

10,17

Goiás

27

1

3,70

Mato Grosso

18

2

11,11

Mato Grosso do Sul

14

3

21,43

 

 

 

 

REGIÃO NORDESTE

315

32

10,16

Alagoas

20

4

20,00

Bahia

56

7

12,50

Ceará

32

2

6,25

Maranhão

99

9

9,09

Paraíba

24

4

16,67

Pernambuco

35

2

5,71

Piauí

18

2

11,11

Rio Grande do Norte

18

2

11,11

Sergipe

13

0

0,00

 

 

 

 

REGIÃO NORTE

390

34

8,72

Acre

21

1

4,76

Amapá

15

1

6,67

Amazonas

59

4

6,78

Pará

124

12

9,68

Rondônia

39

5

12,82

Roraima

9

2

22,22

Tocantis

123

9

7,32

 

 

 

 

 

1861

388

20,85

                          Fonte: UFRGS.


Quadro 1.2 - Relação de Cidades Identificadas com Coleta Seletiva.

No.

Município

Estado

 

Fonte

 

 

 

 

Formulários

Bibliografia

Internet

1

Maceió

AL

 

*

*

2

Camaçari

BA

 

 

*

3

Salvador

BA

*

*

 

4

Brasília

DF

 

*

 

5

Vitória

ES

 

*

*

6

Goiânia

GO

 

*

*

7

São Luis

MA

*

 

 

8

Belo Horizonte

MG

*

*

 

9

Uberlândia

MG

*

 

 

10

Varginha

MG

*

 

 

11

Cuiabá

MT

*

 

 

12

Santarém Novo

PA

*

 

 

13

João Pessoa

PB

 

*

 

14

Brejo de Deus

PE

 

 

*

15

Recife

PE

 

*

 

16

Araucária

PR

 

*

 

17

Cascavel

PR

 

*

 

18

Coronel Vivida

PR

 

*

 

19

Curitiba

PR

 

*

*

20

Francisco Beltrão

PR

 

*

 

21

Ibiporã

PR

 

*

 

22

Londrina

PR

 

*

 

23

Mal. Cândido Rondon

PR

 

*

 

24

Paranaguá

PR

*

*

 

25

Quatro Barras

PR

*

 

 

26

São José dos Pinhais

PR

*

*

 

27

São Miguel do Iguaçu

PR

*

*

 

28

Telêmaco Borba

PR

*

 

 

29

Toledo

PR

*

*

 

30

Angra dos Reis

RJ

 

*

 

31

Niterói

RJ

 

 

*

32

Rio de Janeiro

RJ

 

*

*

33

Bossoroca

RS

*

 

 

34

Campo Bom

RS

*

 

 

35

Ciriaco

RS

*

 

 

36

Cruzeiro do Sul

RS

*

 

 

37

Dois Irmãos

RS

*

 

 

38

Dom Feliciano

RS

*

 

 

39

Encantado

RS

*

 

 

40

Entre Ijuís

RS

*

 

 

41

Estância Velha

RS

*

*

 

42

Estância Velha

RS

*

 

 

43

Estrela Velha

RS

*

 

 

44

Porto Alegre

RS

*

 

 

45

Frederico Westphalen

RS

*

*

 

46

Ibiaça

RS

*

 

 

47

Ipê

RS

*

 

 

48

Ivorá

RS

*

 

 

49

Ivorá

RS

*

 

 

50

Ivoti

RS

*

 

 

51

Linha Nova

RS

*

*

 

52

Marau

RS

*

 

 

53

Não Me Toque

RS

*

 

 

54

Nova Palma

RS

*

*

 

55

Novo Hamburgo

RS

*

 

 

56

Pareci Novo

RS

*

 

 

57

Pouso Novo

RS

*

 

 

58

Presidente Lucena

RS

*

 

 

59

Progresso

RS

*

 

 

60

Quinze de Novembro

RS

*

 

 

61

Santa Cruz do Sul

RS

*

 

 

62

Santa Maria

RS

*

 

 

63

Santa Tereza

RS

*

 

 

64

São Jorge

RS

 

 

 

65

Sapucaia do Sul

RS

*

 

 

66

Selbach

RS

*

 

 

67

Vila Flores

RS

*

 

 

68

Balneário Camboriú

SC

 

*

 

69

Blumenau

SC

*

 

 

70

Concórdia

SC

*

 

 

71

Criciúma

SC

 

*

 

72

Florianópolis

SC

*

*

 

73

Itajaí

SC

*

 

 

74

Joinvile

SC

 

*

*

75

São José

SC

 

*

 

76

Assis

SP

 

*

 

77

Caieiras

SP

 

 

*

78

Campinas

SP

 

*

 

79

Cubatão

SP

*

 

 

80

Diadema

SP

*

 

 

81

Embú

SP

*

 

 

82

Itapetininga

SP

*

 

 

83

Jundiaí

SP

*

*