Um processo de descontaminação e reciclagem de lâmpadas desenvolvido em parceira entre o Cefet-Pr (Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná) e a empresa Mega Reciclagem, de Curitiba, já garantiu o destino ambientalmente correto para mais de um milhão de lâmpadas fluorescentes e incandescentes.



A técnica evita que elementos nocivos ao meio ambiente sejam dispersos de maneira irregular na natureza.





O projeto foi apoiado desde seu início pela Empalux, a maior importadora de lâmpadas do Paraná.





A exemplo do que ocorre em outros setores da indústria, as lâmpadas representam um passivo ambiental que precisa ser bem encaminhado para proteger o meio ambiente.





Isto acontece principalmente nas fluorescentes, que tem em sua composição elementos prejudiciais, como o mercúrio, por exemplo. Para destinar corretamente os seus produtos, a Empalux firmou acordo há dois anos com a Mega, numa parceria que somente no ano passado descontaminou e reciclou 42 mil lâmpadas.





Quando um de seus produtos apresenta defeito de fabricação, a Empalux retira do mercado e encaminha para a reciclagem. Os números não são maiores porque apenas 1% do total do material importado pela empresa apresenta algum problema de funcionamento. Na reciclagem, as lâmpadas são quebradas e descontaminadas de mercúrio e gases fluorescentes.





O vidro moído é reaproveitado na fabricação de pisos cerâmicos, e os metais, como alumínio e tungstênio utilizados em bocais e condutores elétricos são encaminhados para empresas de fundição. Com isso demonstramos nosso respeito ao consumidor, trocando qualquer produto que apresente defeito por outro novo, e cumprimos nosso dever ecológico, encaminhando os produtos recolhidos a um destino ambientalmente adequado, explica o diretor da Empalux, Dilso Rossi.



Fonte : Indústria & Comércio 19/05/03

Ano da Publicação:
2007
Fonte:
http://www.empalux.com.br/conteudo_nossa.php?id=102
Autor:
Rodrigo Imbelloni
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