15% dos plásticos rígidos e filmes consumidos no Brasil retornam à produção como matéria-prima. Deste total, 60% provêm de resíduos industriais e 40% do lixo urbano.



36% do papel e papelão que circularam no País em 1997 retornaram à produção através da reciclagem; 75% do total de papéis circulantes no mercado são recicláveis.



Em geral, os sacos de plásticos parecem mais práticos que os de papel, mas não são biodegradáveis, além de serem fabricados a partir de petróleo, um recurso não-renovável, e o tempo de decomposição do papel varia de 2 a 4 semanas, enquanto os sacos e copos plásticos podem variar de 200 a 450 anos.



A tinta usada nos sacos plásticos contem cádmio, um metal pesado e altamente tóxico. Assim, cada vez que um saco plástico impresso à tinta é incinerado, gases tóxicos são liberados.



Os sacos plásticos, se jogados no mar, podem acabar matando os animais estrangulados ou engasgados ao engolir essas embalagens.



Alguns mercados italianos já suspenderam o uso de sacolas de plásticos.



Os sacos de papel, por outro lado, são reutilizáveis e biodegradáveis, mas também agridem o meio ambiente. Os sacos de supermercado são feitos de papel virgem, não reciclados, porque os fabricantes afirmam que é necessário empregar papel de fibra longa, mais resistente, para o transporte de mercadorias.



Em 1988, foram distribuídas no Brasil cerca de 80 mil toneladas de sacos plásticos e de papel.



Nos Estados Unidos, começa a ser fabricado um plástico feito a partir do amido de milho, que não polui e se decompões em um ou dois anos.

Ano da Publicação:
2007
Fonte:
http://www.eerp.usp.br/saudeambiental/saude_dicas.html
Autor:
Rodrigo Imbelloni
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