O material, usado em embalagens, maquetes e até como teto, acaba no lixo quando não tem serventia; mas uma iniciativa pretende incentivar a reutilização do material, preservando o meio-ambiente e melhorando a qualidade de vida de quem recicla.







Utilizado como proteção para aparelhos eletrônicos, em maquetes e até como teto, o isopor depois de usado é jogado fora, pois a população não sabe que é possível reutilizá-lo através da reciclagem. O material pode servir para a fabricação de brinquedos, eletrodomésticos, utensílios domésticos, na construção civil, entre outras aplicações.



A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), incentiva a população a destinar o resíduo para a coleta seletiva. O material pode ser entregue em Ecopontos, nos Postos de Entrega Voluntária (PEVs) instalados em condomínios, prédios públicos, escolas e postos de gasolina, nas quinze Centrais de Triagem e nos caminhões que fazem a coleta seletiva porta-a-porta.



Antes da entrega, porém, eles devem ser devidamente lavados com água corrente e separados do lixo comum, para não correrem o risco de contaminação através da terra e do material orgânico.



Levado às centrais de triagem, o isopor é separado dos demais resíduos, compactado e comercializado. Atualmente são recicladas trinta toneladas de isopor por mês. A expectativa é que esse número dobre, melhorando a qualidade de vida de quem participa da coleta seletiva e da cooperativa que comercializa o material, pois o valor arrecadado é revertido para os cooperados

Ano da Publicação:
2007
Fonte:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=13361
Autor:
Rodrigo Imbelloni
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