A PRÁTICA DA COMPOSTAGEM NO MANEJO SUSTENTÁVEL DE SOLOS

Várias são as funções do solo como produção de biomassa, herança cultural e histórica da
humanidade dentre outras. A fertilidade natural do solo, deverá ser preservada e reposta em seu uso havendo
várias opções de manter e melhorar essas condições, como por exemplo, corrigindo a topografia, realizando a
compostagem, dentre outras. A compostagem tem sido uma prática utilizada desde muito tempo, onde o(a)
agricultor(a) utiliza restos de produtos orgânicos, tanto de origem animal como vegetal, para incorporação ao
solo, objetivando melhorar suas capacidades físicas e químicas em busca de melhores produções. Dos vários
elementos necessários à decomposição o carbono e o nitrogênio são os mais importantes, sendo o carbono o
mais requerido pelos microorganismos. De uma maneira geral o material para compostagem pode incluir
diversos resíduos vegetais (palha, cascas, podas e aparas, etc.) e também alguns resíduos de origem animal
(restos de abatedouro, escamas de peixe, etc.) misturados ao esterco oriundo das fezes animais. Na prática, a
proporção dos componentes da mistura deve ficar em torno de 70% de material fibroso e 30% de esterco, sendo
de grande vantagem, principalmente para os(as) pequenos(as) produtores(as), devido à facilidade em se
aproveitar os restos de culturas ou de vegetais e até mesmo, restos de animais, que seriam muitas vezes jogados
no lixo. É uma prática relativamente simples, aproveita os restos de culturas e de animais local, e quando
comparada com adubações químicas, em se tratando de custos de produção, reduz em até três ou quatro vezes os
custos, sendo portanto muito rentável além de sustentável. Deve-se, entretanto, ter o cuidado em se ver o melhor
local, que materiais deverão ser colocados, teor de umidade, temperatura e revolvimento da pilha, para a
garantia de um excelente composto.

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