A SÍNDROME DE DIÓGENES

Acumular lixo ou objetos sem aparente utilidade podem ser sintomas de uma doença chamada “Síndrome de Diógenes”, assim batizada em referência ao filósofo grego do século IV a.C. Diógenes de Sinope, que vivia como um mendigo e dormia num barril.
A Síndrome de Diógenes caracteriza-se pela acumulação de objetos sem valor, isolamento social, falta de pudor e de cuidados com a higiene pessoal e recusa em receber ajuda.
Na maioria das vezes, a pessoa acometida é idosa, vive sozinha, na linha da miséria, mas, em alguns casos mais raros, a doença pode atingir também pessoas mais jovens e de vários níveis sociais.
O resultado é que o doente fica ainda mais fragilizado. O acúmulo de lixo dificulta não só a sua vida social, mas também a execução de tarefas simples e rotineiras, como o preparo de alimentos, a higiene e o repouso. A pessoa passa a conviver com animais prejudiciais, como insetos e roedores, colocando em risco não só sua vida mas a vida de moradores próximos, tornando-se, desta forma, um vizinho incômodo, o que só faz aumentar o isolamento.
O tratamento, quando aceito, reside na internação do paciente e na remoção do lixo e limpeza do ambiente. Após a alta, a pessoa deve ser acompanhada por médicos e serviços de assistência social, para que não apresente recaída.
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De uma forma ou outra, eu penso que todos nós acumulamos algo que não seja útil, quer seja externa ou internamente, o que pode nos levar a sentir compaixão destas pessoas ou, no mínino, empatia por elas.
Também penso, e aqui não trata-se de opinião de especialista, mas de alguém que observa a vida e as pessoas, que melhorar a autoestima dessas pessoas e fazê-las se sentirem, de alguma forma, úteis e importantes, como parte de um universo rico e belo e não como parte do lixo que juntam, é um grande passo. Eu creio que o amor é sempre a melhor forma de cura.
*****************************************************(Estou vivendo esse drama em família e, como parte de minha crença, busco no amor, na fé em Deus e na união, a saída para este ente muito querido).

Fonte: Informações obtidas pela internet.
Irleide de Souza

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