Que tal reduzir o tempo de decomposição das embalagens plásticas, que varia entre 40 e 100 anos, para apenas um ano? Isso será possível com o uso de um tipo de plástico feito com cana-de-açúcar.
A novidade tem um nome complicado, poli-3-hidroxibutirato, mas pode ser apelidada de PHB. O produto, desenvolvido pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) em parceria com o Centro de Tecnologia da Copersucar, resulta de um processamento biotecnológico, no qual uma bactéria se alimenta diretamente do bagaço da cana ou do açúcar e transforma o excedente do seu metabolismo em resina plástica biodegradável.
A degradação de uma embalagem de PHB no meio ambiente é 40 vezes mais rápida do que a feita de plásticos à base de petróleo. Em lugares com grande população de bactérias, como os aterros sanitários e usinas de compostagem, o PHB se transforma totalmente em gás carbônico e água
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