Cadeia de suprimento verde e logística reversa – os desafios com os resíduos eletroeletrônicos

O aumento no consumo de eletrônicos torna imperativo a necessidade de crescimento e fortalecimento do setor de resíduos eletroeletrônico, pois tais produtos contêm substancias altamente tóxicas sendo perigosas tanto ao meio ambiente quanto ao ser humano. A pesquisa objetiva verificar os principais desafios do setor de resíduos eletroeletrônicos a partir de duas empresas certificadas – ECOLETAS Ambiental de Fortaleza e a PARCS Lixo Eletrônico de Curitiba. Trata-se de um estudo de caso múltiplo, de natureza qualitativa, exploratória e descritiva. Coleta de dados primários através de entrevista semi estruturada e de observação não participante. Os autores concluem que muitos são os desafios a ser superados pelo setor, entre eles, a informalidade, a falta de fiscalização, o alto custo da logística reversa, a necessidade de maiores campanhas de educação ambiental aliadas a fiscalização e principalmente a falta de incentivos fiscais que estimularia o crescimento e fortalecimento do setor de e-lixo.

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Nepal começou a encher ruas com toneladas de resíduos plásticos com um objetivo: tornar-se mais sustentável

Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.