O consumo da água de coco verde no Brasil é crescente e significativo sendo a grande demanda suprida, principalmente, pela extração da água do fruto "in natura". Da indústria de processamento de coco verde ou maduro origina-se uma quantidade significativa de resíduos dos quais as cascas de coco, entre 80% a 85% do peso bruto do fruto, são geralmente utilizadas como combustível em caldeiras sendo outra parte depositada em lixões e às margens de estradas. O presente trabalho objetivo avaliar uso da fibra da casca do coco verde na formulação de compósitos alternativos (polímero/fibra) utilizando matéria-prima regional. A partir de pesquisas bibliográficas sobre o atual estado tecnológico no processamento de fibra de coco foram desenvolvidos projetos de engenharia desde o planejamento até a operação. Foi realizada avaliação técnica e econômica computadorizada a partir de fluxograma de processo utilizando o software Orc 2004. Os investimentos são da ordem de R$ 70.000 para processamento de 3200 coco/h. Com a produção, em nosso Estado, da fibra bruta, substrato agrícola e compósitos evidencia-se uma redução em torno de 20% a 30% dos preços praticados com produtos oriundos dos mercados do Sul e Sudeste do país. Com a revisão tecnológica, adoção de novas práticas de processo e o desenvolvimento de novos produtos foi possível reduzir custos operacionais, dando competitividade à empresa para entrada no mercado
Manual de Licenciamento Ambiental
Este manual foi desenvolvido para responder de forma simples e objetiva às freqüentes dúvidas encontradas nos processos de licenciamento ambiental, como: Qual o órgão responsável pelo licenciamento? Quais são as etapas deste processo? Quais são os prazos e que licenças são necessárias?
É também objetivo deste manual o levantamento de alguns tópicos relevantes da aplicação da legislação ambiental nas empresas. Para isso, o Manual de Licenciamento Ambiental inclui um roteiro passo a passo de adequação às normas vigentes
INOVAÇÕES AUTOMOTIVAS E A NECESSIDADE DE NOVOS COMBUSTÍVEIS
A necessidade de diminuir as emissões gasosas dos veículos automotoras, para atendimento aos limites regulamentados pela Resolução CONAMA 315/02, Fase P6, validos a partir de 2009, exige não somente a melhoria do processo de combustão e tratamento dos gases de escape dos atuais motores, como também a melhoria das características técnicas dos combustíveis.
Neste âmbito, foram analisadas alternativas técnicas para controle da combustão dos motores do ciclo Diesel e para tratamento dos gases de escapamento, correlacionando estas tecnologias com as características técnicas do combustível Diesel.
Constatou-se que o atendimento aos limites regulamentados somente poderá ser alcançado compatibilizando-se as inovações tecnológicas com utilização de combustível adequado
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