A Orizon inaugurou sua nova planta de biometano no Ecoparque Jaboatão, no Grande Recife, com investimento de R$ 258 milhões. O empreendimento transforma resíduos orgânicos de 2,5 milhões de pessoas em biometano, com capacidade de produzir 108 mil m³ por dia, injetados diretamente na rede de gasodutos da Copergás. A empresa planeja expandir a operação com mais três fábricas no Nordeste — em Maceió, Aracaju e João Pessoa —, representando um aporte adicional de R$ 450 milhões.
Mais »Quando o lixo vira arte
A coleta seletiva de resíduos sólidos é uma prática essencial para reduzir o volume de lixo destinado aos aterros sanitários. Esses locais utilizam técnicas de engenharia para confinar os resíduos de forma segura, minimizando impactos ambientais e riscos à saúde pública. Entender como esse processo funciona é o primeiro passo para adotar hábitos mais sustentáveis no dia a dia.
Mais »Alunos implantam biodigestor comunitário para gerar gás de cozinha e adubo orgânico em Campinas – ACidade ON Campinas
Alunos do Centro Universitário Unimetrocamp estão desenvolvendo projetos de impacto socioambiental em Campinas por meio da Enactus, organização internacional de empreendedorismo universitário. Entre as iniciativas está a instalação de um biodigestor comunitário capaz de transformar resíduos orgânicos em biogás e biofertilizante, além do projeto Revolução Circular, que promove educação ambiental em escolas e oficinas criativas com materiais recicláveis. As ações, desenvolvidas em parceria com o CRAS Adriana Schwarz, no bairro Vida Nova, visam gerar benefícios econômicos, sociais e ambientais para a comunidade local.
Mais »Novo plano para a Economia Circular chega com um ano de atraso num pas que ainda enterra metade dos resduos
PAEC 2030 quer prolongar a vida dos produtos, aliviar aterros e alinhar Portugal com as regras europeias, mas persistem dúvidas sobre financiamento e execução num país que desperdiça muito. Exclusivo Gostaria de Ouvir? Assine já O novo Plano de Acção para a Economia Circular (PAEC 2030), publicado em Diário da República nesta terça-feira, chega com mais um ano de atraso e pretende, finalmente, dar corpo a uma transformação urgente na forma como o país ainda trata recursos como meros resíduos. O objectivo é prolongar vida útil dos produtos, libertar aterros sanitários e trazer circularidade à economia e às políticas públicas. “Em Portugal, temos solos pobres em nutrientes e estamos a encher os aterros com biorresíduos”, afirma Susana Fonseca, vice-presidente da associação ambientalista Zero. A especialista considera, por isso, o documento “fundamental” num país que “desperdiça toneladas e toneladas de recursos todos os dias”. A dúvida de Susana Fonseca em relação ao PAEC 2030, aprovado em Conselho de Ministros no início do ano, é “se o plano vai mesmo concretizar-se em temos de vontade política” e ainda como vai ser financiado a longo prazo. Portugal permanece com uma taxa de circularidade de 2,8%, muito abaixo da média europeia, apesar do reconhecimento de que o ciclo anterior, concluído em 2020, fracassou sobretudo por falta de “instrumentos eficazes”. Entre as barreiras identificadas, contam‑se políticas desalinhadas, financiamento insuficiente e a contínua predominância de produtos concebidos para durar pouco. Ainda assim, o novo plano detecta sinais encorajadores, como a pressão regulatória europeia e uma sensibilização pública crescente. A estratégia do PAEC 2030, descrita no longo documento publicado nesta terça-feira, opera em três escalas. Na dimensão macro, o Governo prepara‑se para mexer nos incentivos do mercado, estudando mecanismos fiscais que tornem mais acessíveis bens de segunda mão, produtos com Rótulo Ecológico da União Europeia o...
Mais »Cidade eleita a mais suja do Brasil já foi capital federal no passado
A qualidade da limpeza urbana nas cidades do Brasil foi avaliada no levantamento do Instituto Veritá, que fez uma pesquisa
Mais »Ambev plantou 3 milhões de árvores em áreas de estresse hídrico – CicloVivo
Em 15 anos, programa Bacias Florestas já restaurou 15 mil hectares, integrando preservação ambiental e eficiência hídrica
Mais »STADLER impulsiona crescimento sustent�vel de longo prazo para a Flacipel com planta de triagem flex�vel em Guarulhos, Brasil
Projetada pela STADLER para apoiar ambi��es de aterro zero e crescimento de longo prazo, a planta inaugurada em 2020 transformou a escala operacional e a posi��o de mercado da Flacipel. O projeto demonstra como o design flex�vel de plantas pode aumentar efici�ncia, resili�ncia e resultados de economia circular em fluxos de materiais complexos.
Mais »Baía de Guanabara recebe barreira inédita confeccionada com fios de cabelo para conter óleo e lixo
Nesta segunda-feira, 23, os projetos Orla Sem Lixo Transforma (OSLT) e Fiotrar, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, realizaram uma ação inédita na Baía de Guanabara: a instalação de estruturas de contenção de óleo produzidas a partir de cabelo humano. A iniciativa ocorreu na Enseada de Bom Jesus, na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro (RJ), onde rolos feitos com malha de algodão e recheados de fios de cabelo, desenvolvidos pelo Fiotrar, foram acoplados a uma barreira flutuante de aproximadamente 300 metros de extensão, instalada previamente pelo Orla Sem Lixo Transforma. A estrutura flutuante produzida com isopor, tecido e camadas de mantas geossintéticas, coberta por uma lona já atua na retenção de resíduos sólidos e, agora, passa também a absorver poluentes oleosos, ampliando a proteção de um manguezal da região. Esta é a primeira vez que a tecnologia baseada no reaproveitamento de cabelo humano desenvolvida pelo Fiotrar é aplicada em ambiente natural. Estudos indicam que um grama de cabelo pode absorver, em média, cinco gramas de óleo, característica que torna o material uma alternativa promissora para o enfrentamento da poluição. “Este momento é, acima de tudo, a validação de anos de pesquisa e desenvolvimento da nossa tecnologia. Depois de um longo caminho para transformar uma ideia em uma solução aplicável, chegar a essa etapa significa provar, na prática, que é possível unir ciência, sustentabilidade e impacto social de forma concreta”, afirma Caroline Carvalho, diretora do Fiotrar. Para Susana Vinzon, coordenadora do projeto Orla Sem Lixo Transforma e professora da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a iniciativa conjunta representa a consolidação deste processo de experimentação. “A instalação da barreira conjunta é resultado de um ciclo de testes conduzido ao longo do último ano, que buscou adaptar a tecnologia às condições ambientais específicas da Baía de Guanabara e às características estr...
Mais »Quantas toneladas de lixo são “eliminadas” por usina em Joinville; como a energia é produzida
Perto de completar seis meses da inauguração, a usina do aterro sanitário de Joinville continua em pré-operação, com funcionamento durante 100 horas por semana, em média, em processamento de resíduos para produção de energia. O aumento da capacidade é gradativo, conforme a complexidade da operação. A unidade de recuperação energética (URE) foi instalada no aterro sanitário, com operação pela concessionária da limpeza urbana de Joinville. O investimento foi de R$ 127 milhões, bancados com a tarifa de limpeza.
Mais »Bitucas de cigarro são o lixo mais comum do planeta – CicloVivo
Estudo revela níveis alarmantes de contaminação em ambientes urbanos e aquáticos; nem áreas protegidas e remotas escapam totalmente do problema
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