A coleta seletiva dos materiais presentes nos resíduos sólidos domiciliares é uma necessidade que se impõe, face à crescente conscientização social sobre o desperdício de matérias primas e de energia e o comprometimento de áreas cada vez maiores com disposição de resíduos sólidos. Os municípios, no entanto, ressentem-se dos altos custos deste processo e da dificuldade em mobilizar a população para a mudança de hábitos de descarte. A par disto, catadores, organizados ou não, mobilizam comunidades para a segregação dos resíduos e associações de catadores surgem e se consolidam à margem do Poder Público. Ainda, o fenômeno do catador de rua compromete em escala crescente os sistemas municipais de gerenciamento de resíduos sólidos. Este trabalho apresenta a experiência do município de Canoas/RS de parceira Poder Público catadores organizados como uma alternativa de inclusão destes agentes ao sistema municipal, de forma gradual e a baixo custo, valorizando a capacidade do catador de mobilizar a sociedade e resgatando sua cidadania.
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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.
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