Com uma das maiores densidades populacionais do mundo, o Japão enfrenta uma série de dificuldades para administrar o lixo produzido. Campeão na produção per capita de lixo eletrônico, o país pratica umas soluções interessantes de lidar com o desafio de grande volume versus pequeno espaço: Jogar o lixo fora envolve uma série de regras e procedimentos, que são reunidas num manual do lixo – distribuído a todos os moradores pela prefeitura de cada cidade. Os rejeitos devem ser meticulosamente separados dentro de casa, de acordo com o tipo e destino, e há horarios específicos para cada tipo de resíduo. Essa separação baratea enormemente os custos e aumenta a taxa de reciclagem: para saber mais, leia essa experiência.
No caso específico dos resíduos eletrônicos, estes entram na categoria sodai gomi (lixo grande), o que na prática significa que você precisa agendar o despejo na prefeitura E pagar por isso. São considerados sodai gomi todos os resíduos de grande volume (móveis em geral) e ou potencialmente contaminantes (eletro-eletrônicos como geladeiras, microondas, computadores, etc.).
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Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.
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