Na realidade estas baterias são consideradas reutilizáveis pois podem ser recarregadas sendo, portanto, utilizadas várias vezes. Quando elas se estragam e não podem mais ser recarregadas ou reutilizadas, são então descartadas, não tendo mais função para o consumidor comum.
Elas podem, a partir deste momento, ser encaminhadas para a reciclagem. Esse processo, pelo menos por enquanto, não é viável do ponto de vista econômico, não gerando lucro, mas sim necessitando de investimentos para ser praticado. Entretanto a reciclagem e a recuperação dos metais pesados destas pilhas são práticas ambientalmente adequadas pois evitam a disposição destes metais pesados, extremamente deletérios ao ambiente, na natureza, o que aconteceria se elas fossem simplesmente jogadas no lixo.
Uma novidade muito boa nessa área para nós, consumidores e para a saúde do ambiente é que de acordo com a resolução nº 257 do CONAMA/Conselho Nacional do Meio Ambiente, publicada em 30 de junho deste ano, os fabricantes e importadores ficam obrigados a coleta, transporte e armazenamento das pilhas e baterias que contenham em sua composição chumbo, cádmio e mercúrio, bem como seus compostos, a partir de junho de 2001.
Da mesma forma eles serão responsáveis pela implantação de sistemas de reutilização, reciclagem, tratamento e/ou disposição final, para estas baterias até junho de 2001.
A resolução obriga também os responsáveis, sejam eles produtores ou importadores, a informarem corretamente seus consumidores sobre o encaminhamento adequado deste material após o término da sua vida útil, que devem constar, inclusive das embalagens destes produtos
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