De olho no lixo

Nós vivemos em uma sociedade de consumo que usa muitos produtos e depois se desfaz deles. O lixo doméstico não é retirado com rapidez das casas e atrai insetos e ratos. O lixo industrial, por sua vez, é responsável pela poluição provocada pelas chaminés e esgotos das fábricas.
O lixo agrícola, principalmente os fertilizantes, quando é jogado fora de forma incorreta, é levado pela água da chuva até rios ou para lençóis freáticos e polui a água.

Os hospitais produzem lixo que pode estar contaminado. Esse lixo, muitas vezes, é descartado da mesma maneira que o lixo doméstico, sem cuidado nenhum. O lixo tecnológico, como pilhas e televisores, deixa vazar cádmio e chumbo, respectivamente, ambos perigosos para a saúde humana.

Para a própria segurança do homem, é preciso diminuir a quantidade de lixo produzida. Para isso, algumas atitudes podem ser adotadas:
usar menos produtos perigosos
comprar só aquilo que for preciso
usar substitutos para as pilhas normais, como pilhas recarregáveis à venda nas lojas de produtos eletrônicos
sempre que possível, reciclar ou reutilizar materiais
não queimar lixo
preferir o uso de papéis reciclados
utilizar a frente e o verso das folhas de papel
utilizar guardanapos de pano, em vez de guardanapos de papel
comprar produtos em embalagens recicláveis ou biodegradáveis
Não é difícil separar o lixo. Na cidade, os sistemas naturais de reciclagem não funcionam adequadamente. Por isso, há uma enorme quantidade de lixo. Mas os processos de reciclagem podem (e devem) começar dentro de casa. Em recipientes diferentes, pode-se separar lixo orgânico do lixo inorgânico.

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