Dinheiro velho será reciclado e vai virar adubo

Máquinas de última geração vão checar a autenticidade, triturar e compactar cerca de 1,5 bilhão de cédulas por ano, enviando-as para reciclagem

Está com os dias contados o atual sistema do Banco Central de destruição do dinheiro "velho" que é retirado de circulação. Hoje, é uma tarefa intensiva de mão-de-obra e precisa ser acompanhado por equipes formadas por sete funcionários do BC. Um vigia o outro e todos são monitorados por câmeras de vídeo. Depois de destruído, o dinheiro vai para o lixo.

Agora, o BC abriu uma licitação internacional para modernizar o processo. Máquinas de última geração vão checar a autenticidade, triturar e compactar cerca de 1,5 bilhão de cédulas velhas por ano. O resíduo, hoje depositado em aterros sanitários, será entregue a projetos de reciclagem para ser usado na produção de adubo, papel comum e tijolos. Como explica o chefe do departamento do Meio Circulante do BC, João Sidney de Figueiredo Filho, "o dinheiro é um dos cartões de visita do país, por isso precisa estar sempre em boas condições".

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