DOENÇAS DO LIXO II

O lixo sem tratamento adequado constitui grave problema sanitário, capaz de transmir várias doenças, tais como diarréias infecciosas, parasitoses, amebíase e serve ainda de abrigo para ratos, baratas, moscas, mosquitos, formigas e escorpiões, além de outros transmissores de doeças e animais venenosos. Além disso o chorume resultante da decomposição do lixo pode contaminar lençois freáticos, contaminando assim a água de nosso consumo diário. .

Os lixões tornam-se locais perfeitos para proliferação do Aedes aegypti, o mosquito vetor de transmissão da dengue, oferecendo as melhores condições para sua reprodução e desenvolvimento.

Também o lixo jogado em galerias e canais de drenagem ao bloquearem o escoamento de água, criam ambiente favorável a proliferação desta espécie, além de favorecer a transmissão de malária, cólera e leptospirose.

Considerada pela Organização Mundial de Saúde como uma das seis doenças infecciosas e mais perigosas a leishimaniose vê a sua transmissão favorecida pelo acúmulo de lixo nos terrenos baldios e lixões, que são locais extremamente favoráveis à reprodução e desenvolvimento do mosquito transmissor

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