Imagine a situação hipotética: 70 anos após a chegada da colonização portuguesa no Brasil ou seja, em meados de 1570 um deles jogou um utensílio plástico no chão. É bem provável que ainda hoje houvesse vestígios desse objeto.
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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.