A destinação final, pós-consumo, das embalagens plásticas com resíduo oleoso se configura como um dos principais problemas ambientais mundiais na área de resíduos sólidos. Este artigo apresenta o diagnóstico da situação brasileira no que se refere às sistemáticas de disposição dos frascos de óleo lubrificante automotivo, discute alternativas e propõe a elaboração de plano nacional para gerenciamento desse tipo de resíduo. O estudo baseou-se em levantamentos de campo, complementados pela revisão da literatura produzida sobre o tema, e incluiu a análise crítica de um programa de reciclagem existente no estado do Rio de Janeiro. Ao final, com foco na maximização da reutilização e na redução do volume a ser disposto, sugere o aprimoramento do processo de reciclagem, com coleta na fonte geradora, e o investimento em pesquisa aprofundada acerca do mais adequado método de tratamento dos rejeitos não mais suscetíveis ao reprocessamento.
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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.
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