Lixo naval

Vários portos brasileiros se tornaram depósitos de lixo naval. De ponta a ponta do país são milhares de embarcações apodrecendo e poluindo, geralmente próximas a já saturados centros urbanos. Ao menos na Baía de Guanabara (RJ) já se tem uma idéia do tamanho do problema. O governo de lá e a Capitania dos Portos encontraram no local 50 barcos de grande, médio e pequeno portes. Promete dor de cabeça maior um graneleiro de 80 metros de comprimento, 15 metros de altura e peso estimado em 600 toneladas. Ele pode ter dez mil litros de combustível. Parcerias privadas devem ser buscadas para a retirada dos entulhos.

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Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.