Lixo transformado em arte com jogos de luz e sombra

Lixo transformado em arte com jogos de luz e sombra

À primeira vista não passam de amontoados de lixo, mas tudo muda quando acendem as luzes estrategicamente posicionadas. De um momento para o outro faz-se arte, quando nada o fazia prever.

Foi esta a ideia de Tim Noble e Sue Webster, dois artistas britânicos que utilizam o lixo do dia-a-dia para criar jogos de sombras incrivelmente realistas.

“Há duas facetas no nosso trabalho, a parte iluminada e a parte mais sombria. E cada uma delas reflecte as nossas duas personalidades”, explica Webster.

As suas peças já estiveram em exibição em locais tão privilegiados como o `British Museum´, a `National Portrait Gallery´ e a `Royal Academy´.

O duo, que estudou no `Cheltenham Art College´ e na Universidade de Gloucester, antes de conseguir entrar directamente na cena artística londrina, conheceu-se em 1986.

“Quando criamos uma peça, estamos constantemente em busca de algo que nos tire o fôlego, porque se tal acontecer, significa que demos no nosso melhor”, revela Webster.

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