Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza

A proposta nasceu da vontade de criar uma moradia com menor impacto ambiental e aproveitar materiais que normalmente seriam descartados.

Ao longo de vários anos, mãe e filha reuniram milhares de garrafas de vidro provenientes de doações, estabelecimentos comerciais e pontos de coleta. O material foi incorporado à estrutura da residência de forma planejada e segura.

Para concluir o projeto, foram necessárias mais de 8 mil garrafas de vidro.

As peças foram inseridas nas paredes da construção e combinadas com materiais tradicionais utilizados na construção civil, garantindo resistência estrutural e um visual bastante diferenciado.

Além do reaproveitamento de resíduos, a técnica contribuiu para reduzir parte dos custos da obra.

Um dos aspectos que mais chama a atenção é o efeito visual criado pelas garrafas.

A entrada de luz natural através do vidro produz diferentes tonalidades ao longo do dia, proporcionando ambientes iluminados e com aparência única.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a característica também ajuda a reduzir a necessidade de iluminação artificial durante o período diurno.

A construção sustentável vem ganhando espaço em várias partes do mundo como alternativa para reduzir impactos ambientais.

Projetos que utilizam materiais recicláveis ajudam a diminuir o volume de resíduos descartados e estimulam novas formas de reaproveitamento de recursos que normalmente seriam destinados ao lixo.

Leia a matéria na íntegra:
Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza

Check Also

La mitad de la recogida selectiva de basura en Córdoba termina en el vertedero

C rdoba lidera en Andaluc a el sistema m s avanzado de recogida selectiva de basura. Comenz la primera en los a os noventa y ha mantenido cierto rigor en la pol tica de reciclaje marcada por la Uni n Europea. Pero ojo: compararse con Andaluc a no quiere decir mucho. Nuestra comunidad aut noma exhibe unas cifras exiguas en la separaci n domiciliaria de la basura. Apenas el 17% de los residuos urbanos se recogen de forma selectiva, seg n datos recabados por el Ministerio para la Transici n Ecol gica. El bajo ndice sit a a Andaluc a a a os luz de Navarra (49,3%) y Catalu a (44,6%), las dos comunidades que m s se acercan al umbral del 50% previsto por la Uni n Europea para el a o 2035. Solo Murcia, Extremadura y Castilla La Mancha marcan un dato peor que el andaluz. La media espa ola apenas roza el 25%. En conjunto, el comportamiento ciudadano en relaci n a la separaci n y reciclaje de la basura que produce cada d a en su domicilio dista mucho del objetivo deseable. Solo basta con abrir cada tarde cualquier contenedor de alguno de los barrios de C rdoba para constatarlo. Sadeco recogi el pasado a o 217.916 toneladas de residuos urbanos, seg n datos proporcionados por la empresa municipal. Del total, solo 19.913 toneladas fueron directamente al vertedero. Es decir, un 9,2%. El resto, 198.003 toneladas (90,8%), pudieron ser rescatadas para reciclaje, compostaje e incineraci n. Pero atenci n: el dato tiene trampa. Una parte importante de este volumen fue rechazada en la planta de tratamiento y acab tambi n en el vertedero sin posibilidad alguna de reutilizaci n. El informe provisional de 2025, facilitado a Cord polis por Sadeco, no recoge ese indicador. Pero s la memoria de 2024. Y ese a o 94.245 toneladas de residuos urbanos fueron rechazadas tras ser sometidos a pretratamiento y acabaron finalmente en el vertedero. Ese volumen representa el 44% de las 213.517 toneladas de residuos recogidos por la empresa municipal. Si tomamos como v lidos esos datos, en 2024 ...