Embora hajam esforços para diminuir a quantidade destinada aos chamados “aterros sanitários”, incrementando-se a reciclagem e a valorização, há unanimidade em se afirmar que ainda por muito tempo se dependerá deste sistema de disposição final, principalmente para o caso do bloco dos países “em desenvolvimento”, no qual se enquadra o Brasil. Porém, muito pouco é divulgado em termos dos custos de implantação e operação sobre aterros, existindo uma lacuna a se preencher, que subsidie estudos técnico-econômicos de apoio a decisão dos gestores do setor. O objetivo principal desta tese é investigar a real situação deste cenário, gerando modelos a serem utilizados como ferramentas de trabalho neste sentido, aplicadas aos estudos de engenharia econômica denominados de “quick evaluations”
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