O leitor mal chega em casa com seu novo livro e já descarta o plástico que o protegia, um gesto aparentemente inofensivo que esconde um grave problema ambiental. Essa fina película termoencolhível tornou-se símbolo da incoerência do mercado editorial brasileiro: um setor dedicado a ideias que mantém uma prática ambientalmente insustentável de uso único.
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Opinião – Afonso Borges: O livro, o plástico e as 700 toneladas no lixo
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