Desde a Segunda Guerra Mundial, a globalização, as novas tecnologias têm criado riqueza para alguns, e o desemprego tem aumentado para aqueles sem as habilidades necessárias para atender ao novo mercado. Para sobreviver, os excluídos criaram novas alternativas. Os catadores do lixo são um exemplo deste novo fenômeno. A cidade de Uberlândia, centro de negócios e importante referencial econômico do Estado de Minas Gerais, reconhecida nacionalmente, tem muitas pessoas vivendo em situação de exclusão. Algumas destas são catadores do lixo, encontraram uma maneira de sobreviver, mas também de fazer desenvolver uma atividade que forneça benefícios importantes à sociedade: reciclagem de papel, papelão, plástico, vidro. Não sendo lançados no solo, nem nos rios, colaboram à preservação ambiental. Seria interessante pesquisar se estas pessoas são conscientes de sua contribuição ao meio ambiente, e se seu exemplo incentiva a sociedade a separar os materiais recicláveis do lixo.
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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.
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