Cada um de nós descarta, em média, 10 pilhas por ano, o que significa uma geração de mais de um milhão de toneladas desse tipo de resíduo, só no Brasil. A Faculdade de Química da Universidade da República Oriental do Uruguai tem estudado o problema das pilhas domésticas usadas há cinco anos e desenvolveu um método para processá-las, liberando os componentes prejudiciais e recuperando, entre outras substâncias, os sais de zinco e manganês para a utilização, por exemplo, como micronutrientes para os fertilizantes.
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