PILHAS USADAS VIRAM FERTILIZANTES

Cada um de nós descarta, em média, 10 pilhas por ano, o que significa uma geração de mais de um milhão de toneladas desse tipo de resíduo, só no Brasil. A Faculdade de Química da Universidade da República Oriental do Uruguai tem estudado o problema das pilhas domésticas usadas há cinco anos e desenvolveu um método para processá-las, liberando os componentes prejudiciais e recuperando, entre outras substâncias, os sais de zinco e manganês para a utilização, por exemplo, como micronutrientes para os fertilizantes.

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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.