Reciclagem na Grã-Bretanha

A Grã-Bretanha é “o pior país da Europa em termos de proteção ambiental”,
de acordo com as pesquisas de reciclagem das Páginas Amarelas.

A GB é vista como o pior país da Europa em proteção ambiental, de acordo com a mais recente Pesquisa Anual de Reciclagem das Páginas Amarelas. A Suécia é considerada como o país mais verde da Europa, seguida de perto pela Alemanha. Mas a lista dos piores é facilmente liderada pela GB, seguida pela Espanha e pela França.

A pesquisa sugere que o Governo da GB tem uma enorme tarefa pela frente a fim de melhorar seu conceito de ambiente observado, tendo recebido uma média de apenas 4.9, de 1 a 10, por seu desempenho. As autoridades locais fazem apenas um pouco melhor, com uma média de 5.7, de 1 a 10.

Na frente doméstica, o lixo domiciliar apresenta um registro de pouca importância sobre reciclagem, com um percentual preocupante de 16 pessoas sorteadas que admitiram não reciclar absolutamente nada. Isto é mais que 13 por cento da pesquisa anterior. Enquanto isto, 31 por cento diz que reciclam “apenas um pouquinho” – menos que os 35 por cento anteriores.

Quando perguntados por que não reciclam mais, um terço dos entrevistados residenciais que dizem que não reciclam nada ou “apenas um pouquinho”, alegam que eles não podem ser incomodados. Três em dez pessoas dizem que o local mais próximo é muito longe, enquanto 16 por cento dizem que querem fazer mais, mas não fazem nada para isto.

Apenas um pouco mais da metade – 53 por cento – dos entrevistados residenciais na GB, entretanto, alegam reciclar tudo ou “bastante”. Isto está próximo do 52 por cento da pesquisa anterior. Entre os que reciclam, a última pesquisa mostra um aumento na reciclagem de jornais e revistas, vidro, cartão, plásticos e lixo de jardinagem.

A maioria das pessoas pesquisadas – oito em dez – compra mercadorias recicladas, com papel higiênico reciclado no topo da lista. E 60 por cento de todos os entrevistados deseja pagar mais por mercadorias com um benefício ambiental real. Ao ser perguntado qual o item que mais polui usado por eles, uma em cinco pessoas afirmou ser o próprio carro, 39 por cento destes gostaria de trocá-lo por algo mais ambientalmente correto.

Metade de todas as pessoas está interessada em conhecer sobre o registro de acompanhamento ambiental de uma empresa e 12 por cento boicotaram uma empresa por causa disso. Mas a percepção entre quase 25 por cento é que as empresas estão fazendo mais pelo ambiente do que há cinco anos.

Quando perguntados para dizer o nome dos “heróis verdes” nacionais, 29 por cento citou a organização ambiental, Greenpeace, e 4 por cento, Friends of the Earth. Enquanto isto, empresas petrolíferas e petroquímicas são vistas como as “vilãs” do meio-ambiente.

A reciclagem vista como “uma perda de tempo na maioria dos lares”, em uma pesquisa na África do Sul, é uma visão interessante sobre as atitudes de fazer reciclagem, editada por uma cópia recente da publicação do Business Day, em Johannesburg, África do Sul.

A reciclagem não tem um nível de prioridade muito alto na vida do sul-africano médio. Apenas 11% de adultos da AS se esforça para reciclar materiais como papel, vidro, plástico e lixo vegetal.

Taxas de reciclagem de água são um pouco melhores, com 16% dos sul-africanos economizando água para reutilizá-la em seus jardins. Conforme relatado na White Paper de março 2000, sobre Administração Integrada de Poluição e Lixo, a preocupação do governo a respeito da recuperação e uma falta generalizada de compromisso com a reciclagem está claramente justificada.

A extensão da atitude indiferente da AS em reciclar surgiu a partir de uma pesquisa realizada para o Business Day pela divisão de Pesquisa Adaptada de ACNielsen, usando seu serviço de pesquisa de assinatura Omnibus.

Foi usada uma amostra de 2.485 usuários domésticos, envolvendo todas as raças e grupos sociais e representando 15.9 milhões, ou 91% dos sul-africanos adultos que vivem a zona urbana.

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Ano da Publicação: 2002
Fonte: Warmer News Letter
Autor: Keith Strange, tradução de Hernán Baeza
Email do Autor: kit@residua.com

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