Resíduos urbanos e os impactos na saúde coletiva no Município de São José do Rio Preto

Nos dias atuais, principalmente nos centros urbanos, o lixo constitui-se uma grande preocupação ambiental. Pouco se conhece sobre seus efeitos à saúde. São produzidos pela geração de resíduos, resultantes de um padrão de consumo intenso e perdulário, por sua coleta inadequada e pelas práticas sanitárias da população em relação a estes resíduos. A preocupação com o meio ambiente saudável cresce em importância à medida que um pais se desenvolve, estando diretamente ligado à saúde coletiva e a qualidade de vida dos seus habitantes. Procurou-se, neste artigo de revisão, compilar informações referentes à problemática "lixo versus hábitos de consumo", de tal forma que a atenção para os problemas de saúde pública e ambiental, relacionados ao (mau) gerenciamento dos resíduos sólidos, possa ser despertada. Isto deve ser alertado às populações expostas e também a origem dos riscos aos quais são submetidas. Nota-se que a discussão das questões ambientais vem ocorrendo, no Brasil, de forma paralela ao desenvolvimento da saúde coletiva. Esta, sem a necessária articulação, que possibilitaria experiências interdisciplinares exigidas pela complexidade da busca de soluções.

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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.