Os resíduos de serviços de saúde contam atualmente com diversas fontes de geração: hospitais, clínicas, enfermarias, dentistas, veterinários, laboratórios, unidades de pesquisa e também em atendimentos a domicílios (home care).
Uma fração considerável desses resíduos (de acordo com a OMS cerca de 20%, que pode sofrer variação de acordo com o tamanho e tipo de unidade geradora), geralmente, está contaminada com agentes patogênicos, químicos, fluidos corpóreos e outros possíveis componentes perigosos, merecendo manejo e gerenciamento especializado e diferenciado.
Por esses motivos a ABRELPE pretende apresentar e discutir as práticas, diretrizes, tendências e soluções para a gestão dos Resíduos de Serviços de Saúde – RSS no século XXI com o advento da Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada em 2010.
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