Um composto biodegradável que poderá substituir o isopor na maioria de suas aplicações foi desenvolvido em São Carlos, no interior paulista. Obtido a partir do óleo de mamona, o novo produto foi patenteado com o nome de bioespuma. Trata-se de um polímero com propriedades como rigidez, flexibilidade, textura, densidade e resistência à compressão, características bastante semelhantes às do isopor.
A vantagem da bioespuma é que se decompõe em um tempo consideravelmente menor. Testes realizados mostraram que entre oito meses e um ano ela desaparece totalmente no meio ambiente -durante o verão esse tempo pode ser de até três meses.
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