TRATAMENTO DE RESÍDUOS OLEOSOS DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO

Um dos grandes problemas enfrentado pela indústria do petróleo é a especificação da água para reinjeção nos poços de petróleo, máximo 5 mg/L de óleo. Este trabalho estuda a separação petróleo-água através da flotação por ar dissolvido, utilizando um efluente sintético preparado pela mistura petróleo e água. O foco principal é estudar os efeitos das variáveis ope- racionais: concentração inicial do efluente; e vazão da água de diluição, utilizada para geração das microbolhas. O desempenho do sistema de separação foi determinado através da redução do teor de óleos e graxas (TOG) no efluente tratado. Como resultado obteve-se que praticamente não houve alteração do TOG no efluente tratado em função da variação da vazão de diluição, quando se utilizou um efluente com baixa concentração inicial de óleo. Entretanto, para o trata- mento de efluente com maior concentração de óleo, o aumento da vazão de diluição reduz o per- centual de remoção de óleo, provavelmente, devido à maior quantidade de micro-bolhas forma- das. Além disso, a remoção de óleo se mostrou mais eficiente quando do tratamento de um eflu- ente com maior concentração de óleo.

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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.