O aterro metropolitano do Rio de Janeiro, operado pela COMLURB-Cia. Municipal de Limpeza Urbana, recebe até 7000 toneladas de resíduos urbanos e gera aproximadamente
384 m 3 de chorume diariamente.
No início de janeiro de 2000 foi iniciada a operação da estação de tratamento de chorume Desde esta data o
chorume tratado tem sido descartado para a baía de Guanabara. Parte do volume gerado 184 m 3 diários, tem sido
recirculado.
O sistema de tratamento é composto de equalização em lagoa, tratamento físico-químico de coagulação e
clarificação e correção do pH, seguida de tratamento biológico aeróbio por lodos ativados. O polimento do chorume
é obtido pelo processo de membranas de nanofiltração.
As dificuldades encontradas referem-se a baixa biodegradabilidade das substâncias formadoras do chorume, às
concentrações de amônia superiores a 1500 mg/L e concentrações de cloretos superiores a 8000 mg/L na época do
início da operação da estação.
Além da remoção da matéria orgânica medida como DBO e DQO, obtem-se excelente redução de amônia, da cor e
da toxicidade do chorume. O efluente tratado apresenta aspecto claro, sem odor e com as características físico-químicas
conforme as permitidas pela legislação ambiental regional
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