Vulnerabilidade, impactos e adaptação aos extremos climáticos

A temperatura média global do planeta à superfície elevou-se de 0,6 a 0,7 C nos

últimos 100 anos, com acentuada elevação desde a década de 60. A última década

apresentou os três anos mais quentes dos últimos 1000 anos da história recente da

Terra. Hoje, através das análises sistemáticas do Painel Intergovernamental de Mudança do Clima (IPCC), sintetizando o conhecimento científico existente sobre o

sistema climático e como este responde ao aumento das emissões antropogênicas

de gases do efeito estufa (GEE) e de aerossóis, há um razoável consenso de que o aquecimento global observado nos últimos 100 anos é provavelmente causado

pelas emissões acumuladas de GEE, principalmente o dióxido de carbono (CO2), na queima de combustíveis fósseis – carvão mineral, petróleo e gás natural – desde a

Revolução Industrial e, em menor escala, pelo desmatamento da cobertura vegetal

do planeta, e o metano (CH4), e não por eventual variabilidade natural do clima

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Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.