Trabalhos Técnicos

A influência da idade e da coleta seletiva na evolução do peso específico do resíduo no aterro sanitário de Santo André

Para o desenvolvimento de um bom projeto de aterro sanitário é importante o conhecimento de alguns parâmetros geotécnicos, tais como o peso específico, a permeabilidade, a capacidade de campo, o teor de umidade, coesão, ângulo de atrito etc. Contudo, sabe-se que, em se tratando de resíduos sólidos das cidades brasileiras, tais parâmetros ainda são escassos e de representatividade ainda questionável. Para os resíduos dispostos em aterros, o fator tempo é extremamente relevante, bem como as características iniciais dos resíduos dispostos, tendo em vista a degradação da matéria orgânica e dos outros materiais presentes no maciço, o que implica na variação ao longo do tempo das suas propriedades mecânicas. Visando estudar inicialmente o efeito da coleta seletiva e da idade de disposição no peso especifico estudaram-se amostras coletadas no Aterro Sanitário de Santo André, em São Paulo, onde também se fizeram ensaios de cava in situ. Neste cidade é praticada a coleta seletiva de resíduos. Acredita-se que esta prática influencia diversos aspectos geomecanicos na disposição final dos resíduos em particular, o peso específico, já que os materiais recicláveis selecionados e segregados antes da deposição no aterro, tais como garrafas plásticas, vidros, metais, dificultam a compactação e exigem um longo tempo para a sua degradação. Utilizou-se no presente trabalho um equipamento similar a um permeâmetro, denominado percâmetro, com características especiais que permitem a coleta de amostras indeformadas dos resíduos no campo e, posteriormente, determinar os seus pesos específicos. Com a finalidade de aumentar a confiabilidade dos resultados, foram feitos ensaios com a abertura de valas que permitiram a determinação de valores de pesos específicos em algumas das bermas do aterro, onde também foram realizados ensaios com o percâmetro. Aproveitando-se das características do aterro em questão, foi possível se determinar as idades das bermas e, conseqüentemente, do lixo depositado. Por fim, foram tabulados os valores dos pesos específicos encontrados, confrontados com o tempo de disposição dos resíduos e com a implantação da coleta seletiva, com a finalidade de se verificar a relação existente entre eles.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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Coleta seletiva em Natal: avaliação de implantação sob o ponto de vista da comundade e dos catadores

O crescimento do espaço urbano provoca necessidades de ampliação dos serviços de infra-estrutura na área de saneamento ambiental. Uma das principais preocupações das administrações municipais é o gerenciamento dos resíduos sólidos em face da necessidade crescente de locais para construção de aterros, dos problemas sociais e de saúde associados à disposição inadequada e formação de depósitos clandestinos que geram desconforto para toda a comunidade.
Em Natal, a partir de dezembro de 2003 foi implantado o programa de coleta seletiva porta a porta numa parceria da Prefeitura com Associações de Catadores. Esse programa teve por objetivo minimizar os impactos sociais decorrentes do fechamento do lixão de Cidade Nova, diminuir os custos para a administração municipal na disposição em aterro sanitário e oferecer um destino adequado aos resíduos recicláveis, gerando renda as famílias dos catadores que sobrevivem dessa atividade e prolongando a vida do aterro sanitário da Região Metropolitana e Natal que entrou em operação recentemente.
Este trabalho analisa em dois bairros da cidade de Natal o programa implantado, com relação aos aspectos técnicos e operacionais e de inserção social sob a ótica dos beneficiários diretos desse programa que são a comunidade, privilegiada com o conforto de ter seu material coletado em casa, e os catadores de recicláveis, que tiveram modificado a forma e ambiente de trabalho.
Desde a implantação já foram coletadas 2.327 toneladas até março de 2005 e estão sendo beneficiadas 41 localidades, entre bairros e comunidades da cidade de Natal. Para operacionalizar a coleta seletiva foram capacitados 249 catadores que atualmente estão divididos em três Associações de Catadores e 2 Grupos de Trabalhos autônomos apoiados pela Prefeitura através da URBANA e da Secretaria de Ação Social. Nos bairros onde foi realizado o diagnóstico, 85,8% da população considera a implantação do programa de bom a ótimo e 95% dos catadores preferem estar no programa de coleta seletiva a estar no ambiente inóspito e insalubre de lixão.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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Compostagem Caseira de Lixo Orgânico Doméstico

O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia, onde 76% são depositados a céu aberto, em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% em usinas de reciclagem e 0,1% são incinerados. Do total do lixo urbano, 60% são formados por
resíduos orgânicos que podem se transformar em excelentes fontes de nutrientes para as
plantas.

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Assunto: Compostagem, Português, Trabalhos Técnicos
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Critérios de dimensionamento para coleta e disposição final em aterro sanitário – uma revisão bibliográfica

Este trabalho tem a missão de trazer um memorial de ações a serem tomadas na composição de um projeto de coleta e disposição final por aterro sanitário em pequenos municípios. Passa pela exposição de todas as exigências legais, adentra nas necessidades comuns a qualquer projeto afim ao tema resíduos sólidos, o que deve incluir o estudo técnico preliminar (que caracteriza o local a ser aplicado em termos populacionais, topográficos, edafo-climáticos, entre outros), para finalmente apresentar critérios a serem constituídos no anteprojeto do sistema. Há que se preocupar com o dimensionamento de frota veicular e seu modo de operação (desde a abrangência das vias de coleta, passando pelas equipes de trabalho e seus equipamentos mínimos, turnos e período de coleta, até a entrega do material em local apropriado). E finalmente, atribuir os itens a serem verificados na constituição de um aterro sanitário como dispositivo final receptor.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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A participação social em programas de coleta seletiva por postos de entrega voluntária no município de Vitória (ES)

A participação da população em Programas de Coleta Seletiva é decorrência da organização e adequação da infraestrutura implantada para dar suporte ao programa e da existência de ações continuadas de divulgação, mobilização e informação à população envolvida.
A existência da coleta seletiva é vista como algo benéfico pela população, destacando-se como fatores de motivação para a participação social: o meio ambiente e a qualidade de vida, associado à melhoria da limpeza urbana. No entanto, a participação voluntária da população no Programas de Coleta Seletiva por Pontos de Entrega Voluntária é baixa, podendo aumentar a longo prazo.
A partir da experiência acumulada na implantação e operação da coleta seletiva no município de Vitória (ES), através de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), tem-se levantado e avaliado os principais aspectos envolvidos na participação social.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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Coleta seletiva por pontos de entrega voluntária: a experiência de Canoas/RS

A coleta seletiva dos materiais presentes nos resíduos sólidos domiciliares é uma necessidade que se impõe, face à crescente conscientização social sobre o desperdício de matérias primas e de energia e o comprometimento de áreas cada vez maiores com disposição de resíduos sólidos. Os municípios, no entanto, ressentem-se dos altos custos deste processo e da dificuldade em mobilizar a população para a mudança de hábitos de descarte. A par disto, catadores, organizados ou não, mobilizam comunidades para a segregação dos resíduos e associações de catadores surgem e se consolidam à margem do Poder Público. Ainda, o fenômeno do “catador de rua” compromete em escala crescente os sistemas municipais de gerenciamento de resíduos sólidos. Este trabalho apresenta a experiência do município de Canoas/RS de parceira Poder Público – catadores organizados como uma alternativa de inclusão destes agentes ao sistema municipal, de forma gradual e a baixo custo, valorizando a capacidade do catador de mobilizar a sociedade e resgatando sua cidadania.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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Utilização de sistema de informações geográficas (sig) na aplicação da roteirização de coleta seletiva. estudo de caso: João Pessoa – PB

Este trabalho teve como objetivo o estudo das rotas dos carrinheiros, de modo a fornecer subsídios para o gerenciamento dos programas de coleta seletiva, buscando ferramentas que viabilizem uma coleta mais rápida e eficiente. O estudo foi desenvolvido nos bairros do Cabo Branco, Manaíra, Miramar e Tambaú, que fazem parte do Núcleo 1 de coleta seletiva do município de João Pessoa – PB, que é apoiada pela Autarquia Especial de Limpeza Urbana – EMLUR, desde setembro de 2000. A metodologia utilizada para o estudo da roteirização dos carrinheiros foi o uso de um Sistema de Informações Geográficas – SIG, no caso o ArcView GIS 3.2, que se baseou em dados obtidos junto a EMLUR e teve como base cartográfica um mapa digital georeferenciado com dados referentes ao município de João Pessoa. Como resultados foram gerados mapas temáticos com informações sobre o percurso feito pelos carrinheiros da coleta seletiva, por dia da semana e por bairro contemplado. Foram geradas, também, outras informações, criando-se um instrumento de compreensão mais acessível à população, que pode ser aplicado na divulgação do trabalho de coleta seletiva, na conscientização da importância da participação de cada cidadão e na contribuição para o gerenciamento e tomada de decisões no setor de coleta seletiva da cidade de João Pessoa – PB.

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Assunto: Coleta Seletiva, Português, Trabalhos Técnicos
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Coleta e transporte de lixo urbano

O principal objetivo da remoção regular do lixo gerado pela comunidade é evitar a proliferação de vetores
causadores de doenças. Ratos, baratas, moscas encontram nos restos do que consumimos as condições ideais
para se desenvolverem.
Entretanto, se o lixo não é coletado regularmente os efeitos sobre a saúde pública só aparecem um pouco
mais tarde e, quando as doenças ocorrem as comunidades nem sempre associam à sujeira.
Quando o lixo não é recolhido, a cidade fica com mau aspecto e mau cheiro. É isto que costuma incomodar
mais diretamente a população, que passa a criticar a Administração Municipal. As possibilidades de desgaste
político são grandes e é principalmente por isto que muitas Prefeituras acabam por promover investimentos
no setor de coleta de lixo.

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Assunto: Coleta, Português, Trabalhos Técnicos
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Coleta e recebimento de resíduos químicos no centro de gestão e tratamento de resíduos químicos do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil)

Os mais diversos problemas relacionados com a expansão da atividade industrial,
acompanhada por igual expansão dos conceitos associados com o consumo em massa e da
descartabilidade das coisas, ultrapassaram os umbrais das fábricas, dos centros de pesquisas e
perpassaram para o cotidiano doméstico. É inegável a presença de questões relativas ao lixo, seja de
origem doméstica, hospitalar e industrial, na rotina diária de cada cidadão. Muito embora esta
temática seja freqüentemente tratada de modo sensacionalista pelos meios de comunicação, não se
pode negar que problemas sérios existam e precisam ser enfrentados adequadamente. Rejeitos
perigosos podem causar incêndios e explosões. Podem também levar à poluição do ar e à
contaminação da cadeia alimentar e dos lencóis freáticos, ou ainda envenenamento por simples
contato direto. Estes rejeitos, igualmente perigosos, são também gerados pelas atividades de ensino
e de pesquisa em Química e em áreas afins, tais como Farmácia, Agronomia, Engenharia Química,
Bioquímica, Veterinária, Metalurgia, Biotecnologia, entre outros. Apesar do volume destes rejeitos ser
mínimo quando comparado com rejeitos industriais, domésticos e hospitalares, o impacto sobre o
meio ambiente existe. O tratamento destes rejeitos deveria ser levado muito a sério dentro de
comunidade universitária; tanto pela grande escola que tal atividade pode proporcionar para os
estudantes destas áreas, quanto pela contribuição ao desenvolvimento da cidadania.
A Universidade Pública tem o compromisso com a comunidade que a mantém, seja na oferta
de um ensino de alto nível, quando se discute pesquisas de ponta; ou na vanguarda do conhecimento
cultural, científico e tecnológico; ou ainda nas atividades de extensão, quando a sociedade pode
dispor dos melhores profissionais no Brasil qualificados em cursos de PG em todas as áreas do
conhecimento, como muito bem deve caracterizar-se uma Universidade.
A relação da Universidade com a sociedade, que a circunda, deve estar apoiada, portanto, na
busca do equilíbrio social, cultural e ambiental. Dentro deste contexto, o Instituto de Química da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, desde os anos 80, vem desenvolvendo uma política
gerencial de compromisso com a preservação do meio ambiente, junto ao seu corpo docente,
discente e técnico administrativo. Deste modo, durante os últimos 15 anos, desenvolvemos uma
filosofia e uma prática de trabalho de dar tratamento adequado aos rejeitos perigosos gerados em
nossos laboratórios que, porventura, possa acarretar algum dano no meio ambiente.
Nestas mais de duas décadas, o IQ desenvolveu alguns procedimentos pilotos para coleta,
transporte e tratamento de resíduos orgânicos e inorgânicos – iniciativa ímpar entre as
Universidades Brasileiras. Com relação ao tratamento de resíduos, foram estabelecidos
inicialmente três princípios: os solventes orgânicos, coletados em grande excesso passíveis de serem
destilados para reaproveitamento; os solventes clorados, enviados para empresas que disponibilizam
tecnologias de incineração; e finalmente os rejeitos químicos inorgânicos que são precipitados.
Há cerca de 03 anos, dentro de uma política mais abrangente em termos da Universidade, foi
criado o Centro de Gestão e Tratamento de Resíduos Químicos, que tem por finalidade ser uma
entidade de vanguarda, dedicada à produção e à divulgação de conhecimentos científicos e
tecnológicos na área de gestão de resíduos químicos e de segurança química, dando suporte às
atividades de ensino, de pesquisa e de extensão do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e estendendo sua ação dentro de sua capacidade, a outras unidades desta
Universidade e a entidades públicas e privadas. Seu princípio é desenvolver atividades, através da
ação conjunta e transdisciplinar dos quadros técnico-administrativos, docente e discente, à partir de
uma estratégia ambiental preventiva e pró-ativa integrada aos processos e serviços, visando
aumentar a eco-eficiência e reduzir os riscos às pessoas e ao meio ambiente.

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