Coleta Seletiva Solidária: desafios no caminho da retórica à prática sustentável

O programa Coleta Seletiva Solidária, iniciado em 2003 pela Prefeitura de

São Paulo e que prevê a realização da coleta seletiva domiciliar na cidade por meio

de cooperativas de ex-catadores de materiais recicláveis subsidiadas pelo poder

público, é sustentável em termos econômicos, sociais e ambientais? A iniciativa dispõe dos elementos e consegue alcançar os resultados que, na prática, podem garantir a sua manutenção como política pública? Para tentar responder essas duas perguntas, este trabalho se valeu da aplicação de indicadores de sustentabilidade para programas municipais de coleta seletiva em

parceria com ex-catadores e para as organizações neles envolvidas

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Novo sistema de câmeras já reduz descarte irregular de lixo na região

Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.