Coleta Seletiva Solidária: desafios no caminho da retórica à prática sustentável

O programa Coleta Seletiva Solidária, iniciado em 2003 pela Prefeitura de

São Paulo e que prevê a realização da coleta seletiva domiciliar na cidade por meio

de cooperativas de ex-catadores de materiais recicláveis subsidiadas pelo poder

público, é sustentável em termos econômicos, sociais e ambientais? A iniciativa dispõe dos elementos e consegue alcançar os resultados que, na prática, podem garantir a sua manutenção como política pública? Para tentar responder essas duas perguntas, este trabalho se valeu da aplicação de indicadores de sustentabilidade para programas municipais de coleta seletiva em

parceria com ex-catadores e para as organizações neles envolvidas

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Nepal começou a encher ruas com toneladas de resíduos plásticos com um objetivo: tornar-se mais sustentável

Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.