A incineração é considerada como uma das quatro formas básicas de gerenciamento de resíduos sólidos, juntamente com a redução de fontes geradoras de resíduos e o seu reaproveitamento, a reciclagem-compostagem e os aterros sanitários. A incineração é usada atualmente para eliminar os resíduos sólidos de origem doméstica ou industrial, resíduos químicos perigosos e lixo hospitalar e biológico através da redução de volume e da extinção de seus constituintes nocivos. O processo de incineração ocasiona transformações químicas que possibilitam a geração de produtos prejudiciais que podem escapar pelas chaminés, poluindo o ar ou que podem, ainda, permanecer nas cinzas que irão para os aterros. Embora projetos de engenharia e de operação bem fundamentados possam teoricamente eliminar a maioria desses poluentes, é necessário que haja um grande controle institucional para assegurar que os incineradores sejam conservados e operados de acordo com as suas especificações. A incineração é vista freqüentemente como um subterfúgio, usado para evitar as complexas mudanças socioeconômicas necessárias para reduzir a geração de resíduos sólidos. A incineração deveria ser incorporada de forma limitada a um contexto de abordagens abrangentes de redução de fontes geradoras de resíduos, reciclagem e reaproveitamento
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