Lixo hospitalar do coronavírus cresce pelo menos quatro vezes e vira ‘bomba-relógio‘ da doença

BRASÍLIA – O volume de resíduos hospitalares gerados pelo coronavírus vai ampliar em pelo menos quatro vezes a quantidade atual desses materiais produzida em todo o País, uma situação que ameaça travar completamente a capacidade de tratamento desse lixo contaminado.

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Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.