Com este trabalho procurou-se identificar a logística reversa para o reaproveitamento do óleo de cozinha. Foram pesquisadas fontes bibliográficas e procedimentos adotados pela Prefeitura de Santos. Os principais resultados mostram a possibilidade de capturar e processar o óleo de cozinha de modo a reduzir a poluição ambiental. Segundo a Prefeitura Municipal de Santos, PMS (2011) a capacidade humana de geração de resíduos é muito superior à capacidade que a natureza tem de absorvê-los. Em Santos têm sido aplicadas tecnologias que se destinem ao tratamento e disposição final desses resíduos. Conforme Envolverde (2010) o refugo de tudo que se usa, onde se acaba gerando o lixo, é um dos problemas mais graves enfrentados pela população mundial. O crescimento acelerado do consumo populacional tem contribuído para o aumento da geração de resíduos nas cidades, no qual requer uma atenção especial quanto à necessidade de saber como descartá-lo. Segundo a Universidade de São Paulo USP (2008) um litro de óleo polui cerca de dez mil litros de água. As principais conclusões deste trabalho mostram algumas possibilidades de tratamento e aproveitamento do óleo de cozinha.
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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.
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