Logística reversa aplicada ao descarte do óleo de cozinha: uma ação a favor da segurança socioambiental.

Com este trabalho procurou-se identificar a logística reversa para o reaproveitamento do óleo de cozinha. Foram pesquisadas fontes bibliográficas e procedimentos adotados pela Prefeitura de Santos. Os principais resultados mostram a possibilidade de capturar e processar o óleo de cozinha de modo a reduzir a poluição ambiental. Segundo a Prefeitura Municipal de Santos, PMS (2011) a capacidade humana de geração de resíduos é muito superior à capacidade que a natureza tem de absorvê-los. Em Santos têm sido aplicadas tecnologias que se destinem ao tratamento e disposição final desses resíduos. Conforme Envolverde (2010) o refugo de tudo que se usa, onde se acaba gerando o lixo, é um dos problemas mais graves enfrentados pela população mundial. O crescimento acelerado do consumo populacional tem contribuído para o aumento da geração de resíduos nas cidades, no qual requer uma atenção especial quanto à necessidade de saber como descartá-lo. Segundo a Universidade de São Paulo USP (2008) um litro de óleo polui cerca de dez mil litros de água. As principais conclusões deste trabalho mostram algumas possibilidades de tratamento e aproveitamento do óleo de cozinha.

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Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.