O pesadelo do plástico na África

Rosemary Nyambura passa os fins de semana coletando plástico com sua tia Miriam no lix&227o de Dandora, em Nairóbi, capital do Qu&234nia. O trabalho é exaustivo e toma tempo, pois as garrafas de plástico que elas vendem para outros comerciantes de resíduos s&227o encontradas em meio a seringas, cacos de vidro, fezes, capas de celulares, controles remotos, solas de calçados, bugigangas, brinquedos, bolsas, embalagens, sacolas e uma quantidade incontável de películas plásticas. Mas Rosemary, de 11 anos, acredita que o esforço vale a pena.

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