Uma réplica da fragata inglesa teve suas velas construídas com plástico reciclado de garrafas.
Nem sempre garrafa plástica boiando no mar é sinal de sujeira. Depois de reciclada, ela pode fazer parte das velas de um navio. A empresa DuPont dos Estados Unidos juntou 126 garrafas de refrigerante, recolhidas em usinas de compostagem de lixo, a um polímero empregado em pára-lamas de automóveis, para fabricar 500 metros quadrados de poliéster. Seu destino: o fabrico de dezessete velas para serem usadas na réplica restaurada do HMS Rose, uma fragata usada pela Marinha inglesa na disputa por colônias na América e Índia, no século XVIII.
O polímero dos pára-lamas foi transformado em resina por meio de um processo que retira as impurezas do material e quebra a estrutura até chegar à unidade molecular básica. Depois disso, foi misturado com o plástico das garrafas trituradas, produzindo um fio de poliéster 100% reciclado. A tecelagem da fibra foi feita na fábrica Warwick Mills, em New Hampshire, que na década de 30 teceu um dos mais famosos fios da DuPont: o náilon.
Check Also
Novo sistema de câmeras já reduz descarte irregular de lixo na região
Monitoramento implantado em Novo Hamburgo mudou a realidade de um dos principais pontos de descarte irregular da cidade geison.concencia@gruposinos.com.br Quem passa pela esquina das ruas Juarez e Carlos Reinaldo Schmenes, no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, dificilmente imagina que, até poucos meses atrás, a calçada era tomada por sacos de lixo, móveis velhos, restos de construção e outros resíduos descartados de forma irregular. O ponto, conhecido pelos moradores pelo acúmulo constante de entulhos, mudou de cenário após a instalação de uma câmera de videomonitoramento voltada à fiscalização ambiental.
Web-Resol Tudo sobre Limpeza Urbana e Resíduos Sólidos!