Pesquisadores da Escola Politécnica da UFRJ podem ter encontrado de uma só vez uma alternativa para a segurança dos automóveis e para o meio ambiente.
Eles estão utilizando raspas de pneus, um material que causa grandes problemas ambientais (tempo de degradação 600 anos) depois de usados, para reduzir a pressão de gás natural e, com isso, diminuir os riscos de rompimento do reservatório e reduzir os custos. Os táxis no Rio utilizam o gás natural de forma comprimida (pressão de 200 a 250 atmosferas). A idéia é transportar gás natural nos veículos automotores com uma pressão sete vezes menor (30 a 35 atmosferas). Em outra universidade, no Nordeste, pesquisa semelhante está sendo feita com raspas de coco. Já foram realizadas as simulações computacionais; a próxima etapa é a fase experimental
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