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An emission-capacitated vehicle routing model for sustainable urban waste collection using hybrid guided local search – Scientific Reports

Urban logistics services like waste collection significantly impact city sustainability through fuel consumption and emissions. This study introduces the emission-capacitated vehicle routing problem with time windows (E-CVRPTW), which explicitly optimizes both operational costs and environmental impacts through load-dependent fuel consumption modeling. When applied to real-world municipal waste collection, the optimized routing plans reduced fuel consumption and CO2 emissions by 9–11% while lowering total costs by 8–9%.

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An emission-capacitated vehicle routing model for sustainable urban waste collection using hybrid guided local search – Scientific Reports

Humus Compost Manure: Boost Soil With Organic Humus

Humus-rich amendments are revolutionizing modern agriculture, with organic compost and manure products increasing crop yields by up to 30% while enhancing soil’s water retention capacity by as much as 60%. As farmers pivot toward sustainability by 2026, these natural alternatives to synthetic fertilizers are becoming the cornerstone of resilient farming systems, addressing challenges from drought to disease while preserving environmental integrity.

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Humus Compost Manure: Boost Soil With Organic Humus

Recycling And Composting: Top 2026 Trends For Farming

Large-scale composting in agriculture could slash farm waste by up to 35% globally by 2026, while crop cycling offers farmers a powerful soil improvement strategy. Research shows that implementing crop rotation practices can boost soil organic matter by 20% in just one growing season, delivering significant sustainability benefits to modern farming operations.

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Recycling And Composting: Top 2026 Trends For Farming

Compost application enhances soil quality, growth, and yield of durum wheat under saline conditions – Scientific Reports

Green waste compost offers promising solutions for agricultural sustainability in salt-stressed environments. Research demonstrates that applying compost at 30 t ha⁻¹ increased wheat grain yield by 31.58% under moderate salinity conditions, while significantly improving soil fertility through enhanced potassium and calcium availability. This sustainable approach not only mitigates salinity stress but also reduces dependency on chemical fertilizers, presenting a viable strategy for maintaining food security in arid regions.

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Compost application enhances soil quality, growth, and yield of durum wheat under saline conditions – Scientific Reports

Ecowaste group sees need for stronger enforcement of waste management law

A devastating garbage landslide at Barangay Binaliw sanitary landfill in Cebu City on January 8, 2026, claimed 36 lives and left 18 others injured. The tragedy struck more than two decades after a similar incident in the region.

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Ecowaste group sees need for stronger enforcement of waste management law

QA: Turning waste into fuel and chemicals—practical application through collaboration

Groundbreaking research at Kobe University aims to transform agricultural waste into fuel and chemicals, potentially revolutionizing industrial structures. Professor Ogino Chiaki, an expert in bioproduction engineering at the university’s Graduate School of Engineering, leads this innovative biomanufacturing initiative.

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QA: Turning waste into fuel and chemicals—practical application through collaboration

What is biochar? Miami-Dade thinks it might help reduce waste in landfills

Miami-Dade County is testing a massive oven at the South Dade Landfill that transforms wood waste into biochar, an innovative solution for reducing landfill waste. The process not only prevents methane emissions from decomposing organic matter but also produces a versatile material that can clean water, enrich soil, and be used in construction. This first-of-its-kind facility on a landfill represents a significant step toward the county’s zero waste goals.

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What is biochar? Miami-Dade thinks it might help reduce waste in landfills

Tupy e Vamos firmam acordo para frota a gás e biometano em coleta de resíduos no RJ

A ⁠Tupy (TUPY3) e o grupo Vamos (VAMO3) anunciaram nesta sexta-feira (30) parceria para a ‌produção de caminhões e ônibus com motores a biometano e gás natural.

A Tupy, que ‌detém a fabricante ‌de motores MWM, afirmou que o primeiro projeto com a Vamos envolve 100 ‌caminhões a serem entregues a partir ​deste ano e usados em coleta de resíduos urbanos no Rio de Janeiro.

A MWM será responsável pelo fornecimento da tecnologia de propulsão — incluindo motor, ​sistema ⁠de ⁠armazenamento, válvulas e linhas de ‌combustível -– enquanto a BMB, unidade da Vamos, fará a ‍aquisição dos veículos e a instalação dos ​componentes ‌através de sua linha de ‍preparação de veículos especiais, afirmou a Tupy, em comunicado ao mercado.

A Vamos afirmou que o projeto recebeu investimentos de R$150 milhões e que as entregas à Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) ocorrerão até o final do primeiro trimestre deste ano.

Segundo a Vamos, os caminhões transformados apresentam desempenho equivalente aos modelos a diesel e possuem melhor custo operacional, embora a empresa não tenha citado detalhes.

“Ao aliar tecnologia, eficiência operacional e impacto ambiental positivo, abrimos caminhos para uma nova era da mobilidade pesada no Brasil”, afirma Gustavo Couto, CEO da Vamos, em comunicado ao mercado.”

 

Link da matéria original: https://www.infomoney.com.br/business/tupy-e-vamos-firmam-acordo-para-frota-a-gas-e-biometano-em-coleta-de-residuos-no-rj/?utm_source=whatsapp&utm_medium=social

 

A invisibilidade do chorume

Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.

Estamos falando do chorume, um líquido tóxico que, apesar de sua gravidade, raramente ocupa o centro das discussões públicas. Mas deveria!

O que é, afinal, o chorume?

Quando pensamos em lixo, lembramos daquilo que vemos: sacos de resíduos, montanhas em aterros ou lixões a céu aberto. No entanto, o verdadeiro perigo reside no que não vemos: o chorume, também chamado de lixiviado ou percolado. É aquele líquido escuro, de odor penetrante e desagradável que se forma pela decomposição da matéria orgânica, pela presença de elevada carga inorgânica e pela infiltração da água da chuva que atravessa a massa de lixo, arrastando consigo os subprodutos da decomposição.

Este líquido não é apenas um problema estético. Ele é um verdadeiro coquetel químico, contendo: metais pesados, amônia em altas concentrações, sais, pesticidas, nitratos, nitritos, restos de fármacos (antibióticos, hormônios, analgésicos), além compostos orgânicos persistentes (moléculas que não se degradam na natureza).

Quando o chorume se infiltra no solo e alcança os lençóis freáticos, rios ou lagos, ele pode comprometer ecossistemas aquáticos inteiros e até o abastecimento público de água. Não se trata apenas de mau cheiro, mas de riscos sérios e reais à saúde pública como doenças, distúrbios hormonais, contaminação da cadeia alimentar e danos irreversíveis à biodiversidade.

A Legislação Existe, Mas a Prática Falha

O Brasil não carece de arcabouço legal para abordar a emblemática questão. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) preconiza o tratamento ambientalmente correto dos resíduos. A Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997) e a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981) reforçam a proteção da água como prioridade. Adicionalmente, resoluções do CONAMA — em particular a nº 357/2005 e a nº 430/2011 — são explícitas: efluentes perigosos, como o chorume, não podem ser simplesmente diluídos; eles exigem tratamento específico e robusto.

Contudo, a realidade no Brasil ainda mostra uma prática preocupante: o chorume é frequentemente armazenado em lagoas, muitas delas improvisadas dentro dos próprios aterros, ou é encaminhado para estações de tratamento de esgoto doméstico (ETEs). O problema é que as ETEs não foram projetadas ou construídas para lidar com a complexidade, periculosidade e a agressividade do chorume. Enquanto conseguem remover matéria orgânica comum, são absolutamente ineficazes contra a carga inorgânica, pesticidas, metais pesados, compostos nitrogenados, ácidos húmicos ou fármacos. O resultado? O problema não é resolvido; é apenas maquiado, “diluído para a eternidade” nos corpos d’água.

Um Olhar Global: A Luta Contra os Poluentes Emergentes

Lidar com o chorume é um desafio global. Muitos países têm endurecido suas regulamentações para o tratamento de lixiviados, impondo limites cada vez mais rigorosos para substâncias perigosas. Um foco crescente tem sido os poluentes emergentes, como os PFAS (substâncias per- e polifluoroalquiladas) — popularmente conhecidas como “substâncias eternas”. Estes compostos não se degradam no meio ambiente e estão associados a sérios riscos à saúde, incluindo efeitos cancerígenos, teratogênicos e mutagênicos. Nos Estados Unidos, na Europa e em algumas partes da Ásia, o debate sobre esses contaminantes, recentemente identificados em alta concentração nos lixiviados de aterros sanitários, é intenso e já molda políticas públicas. O Brasil precisa integrar-se essa discussão técnica para proteger a saúde de sua população e evitar um atraso tecnológico e ambiental.

Números que assustam

A matemática é simples e revela a dimensão do problema: em regiões com uma pluviosidade média de 1.500 mm/ano, cada indivíduo gera indiretamente entre 0,2 e 0,4 litros de chorume por dia apenas com o lixo que descarta. Multiplicando essa quantia pelos mais de 200 milhões de brasileiros, chegamos a dezenas de milhões de litros diários. É o equivalente a encher várias piscinas olímpicas com um líquido tóxico e perigoso, dia após dia.

O que precisamos encarar

Dar visibilidade ao chorume gerado por lixões ou aterros sanitários é olhar para a face mais oculta da crise dos resíduos sólidos urbanos. Não basta encerrar lixões ou enterrar adequadamente os resíduos em aterros sanitários e achar que o problema desapareceu. É preciso implantar soluções tecnológicas adequadas, para o tratamento eficaz do chorume, especialmente contra poluentes emergentes e substâncias não degradáveis.

Fiscalização rigorosa e contínua garantindo que as normas sejam cumpridas e desenvolvimento de políticas públicas robustas que tratem esse efluente com a seriedade e o rigor que ele demanda. Ignorar o chorume é fechar os olhos para um passivo ambiental silencioso, mas com potencial devastador. Enfrentá-lo, por outro lado, é um passo decisivo para assegurar rios mais limpos, cidades mais seguras e um futuro menos tóxico para todos nós.

Autor: Prof. Dr. Humberto Junior

Conheça a AST Brasil e sua atuação em tecnologias aplicadas ao tratamento de chorume, águas e efluentes.

 

Link matéria original: https://saneamentobasico.com.br/acervo-tecnico/invisibilidade-do-chorume-legislacao-ambiental/

A má separação de resíduos na origem dificulta a coleta e o processamento.

Na vila de Xuan Phuong e em outras localidades da província, o problema do lixo não separado persiste, com aproximadamente 110 toneladas de resíduos misturados sendo transportados semanalmente para o aterro sanitário. Apesar dos esforços das cooperativas ambientais locais para promover a separação do lixo, os moradores continuam descartando indiscriminadamente diferentes tipos de resíduos, desde restos de comida até plásticos e roupas velhas.

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A má separação de resíduos na origem dificulta a coleta e o processamento.