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Ozônio ganha espaço no tratamento de efluentes industriais e pode reduzir uso de químicos nas operações – NIDDE DIGITAL NOTÍCIAS

São Paulo, maio de 2026 – A gestão de efluentes industriais tem se tornado uma prioridade para empresas que buscam reduzir impactos ambientais, atender exigências regulatórias e melhorar a eficiência operacional. Nesse contexto, tecnologias baseadas em ozônio vêm ganhando espaço como alternativa para o tratamento de efluentes, por sua capacidade de atuar na oxidação de compostos, redução de carga microbiológica e diminuição da dependência de produtos químicos tradicionais.

Aplicada no Brasil por meio da Wier, a solução pode ser utilizada em diferentes segmentos industriais, incluindo alimentos e bebidas, agroindústria, farmacêutico, cosméticos, saneamento, papel e celulose, têxtil e outros setores que geram efluentes com alta carga orgânica ou presença de contaminantes. O uso do ozônio pode contribuir para a redução de até 90% no uso de produtos químicos, eficiência de até 99,9% na eliminação de micro-organismos e melhoria de até 80% em parâmetros de qualidade da água tratada.

Na prática, a tecnologia atua no processo de oxidação, ajudando a degradar compostos orgânicos, reduzir odores, melhorar a coloração do efluente e diminuir a presença de micro-organismos. Com isso, as empresas conseguem tornar o tratamento mais eficiente e reduzir a geração de resíduos químicos associados a processos convencionais.

Outro diferencial está no potencial de reúso da água. Ao melhorar a qualidade do efluente tratado, o ozônio pode apoiar estratégias de economia hídrica, permitindo redução de até 70% no consumo de água nova em determinadas operações industriais. Além disso, a maior eficiência do tratamento pode contribuir para economia de energia de até 50%, dependendo da estrutura da estação e da integração com outras tecnologias.

De acordo com Bruno Mena Cadorin, CEO da Wier, o tratamento de efluentes industriais é uma das frentes em que o ozônio pode gerar ganhos ambientais e operacionais relevantes. “A indústria precisa avançar em soluções que reduzam impacto ambiental sem c…

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Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza

A proposta nasceu da vontade de criar uma moradia com menor impacto ambiental e aproveitar materiais que normalmente seriam descartados.

Ao longo de vários anos, mãe e filha reuniram milhares de garrafas de vidro provenientes de doações, estabelecimentos comerciais e pontos de coleta. O material foi incorporado à estrutura da residência de forma planejada e segura.

Para concluir o projeto, foram necessárias mais de 8 mil garrafas de vidro.

As peças foram inseridas nas paredes da construção e combinadas com materiais tradicionais utilizados na construção civil, garantindo resistência estrutural e um visual bastante diferenciado.

Além do reaproveitamento de resíduos, a técnica contribuiu para reduzir parte dos custos da obra.

Um dos aspectos que mais chama a atenção é o efeito visual criado pelas garrafas.

A entrada de luz natural através do vidro produz diferentes tonalidades ao longo do dia, proporcionando ambientes iluminados e com aparência única.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a característica também ajuda a reduzir a necessidade de iluminação artificial durante o período diurno.

A construção sustentável vem ganhando espaço em várias partes do mundo como alternativa para reduzir impactos ambientais.

Projetos que utilizam materiais recicláveis ajudam a diminuir o volume de resíduos descartados e estimulam novas formas de reaproveitamento de recursos que normalmente seriam destinados ao lixo.

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Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza

À noite, enormes predadores vagueiam pelas ruas destas cidades

Todas as noites, Abbas Yusuf atravessa as antigas muralhas da cidade sagrada de Harar, na Etiópia, e começa a chamar os animais pelo nome.

Kamariya, “como a lua”. Chaltu, “refinada”. E a sua favorita, Jarjaraa, “a apressada”.

Uma hiena-malhada sai da escuridão e pega numa tira de carne de um pau que ele segura entre os dentes.

Para Abbas, estes carnívoros são visitantes bem-vindos. “Eu preparo a carne”, diz, na sua língua nativa, o oromo. “E os convidados que chegam, cuido deles e despeço-me deles em paz”.

Abbas Yusuf é um dos últimos “homens-hiena” de Harar, mantendo a tradição de alimentar um dos predadores mais temidos de África, mesmo dentro da sua casa.

Tornou-se uma espécie de atração, com visitantes a pagarem para ver as refeições noturnas e tirarem fotos de perto com os animais selvagens.

Caçadoras noturnas com um “riso” que soa sinistro, as hienas ganharam reputação mundial como as vilãs da savana. Mas na Etiópia, novas investigações sugerem que as hienas poderiam ajudar a resolver o problema dos resíduos urbanos do país, melhorar a saúde pública e até mesmo ajudar na luta contra as alterações climáticas.

A norte de Harar, em Mekelle, capital da região de Tigray, o especialista em ecologia da vida selvagem Gidey Yirga estuda hienas urbanas há mais de 15 anos.

Yirga explica que as hienas têm um “comportamento muito flexível”: vivendo em grandes sociedades matriarcais, caçam e criam frequentemente as suas crias de forma cooperativa. São predadores formidáveis e podem recorrer à necrofagia quando surge a oportunidade.

À medida que África se torna cada vez mais urbana, as hienas e outros animais selvagens aproximam-se da vida humana, especialmente dos aterros sanitários. Quando a noite cai em Mekelle, as hienas selvagens “deslocam-se” das suas tocas subterrâneas nos arredores para os aterros da cidade.

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À noite, enormes predadores vagueiam pelas ruas destas cidades

Governo estadual lança plano inédito contra lixo no mar com 45 metas, ações por 10 anos e …

SP lança plano contra lixo no mar com 45 metas para reduzir resíduos, plásticos de uso único e poluição no litoral.

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Governo estadual lança plano inédito contra lixo no mar com 45 metas, ações por 10 anos e …

Você joga borra de café direto no vaso? Estes 5 erros podem prejudicar suas plantas – Tribuna de Jundiaí

A borra que sobra no coador parece ter destino certo: o vaso, o canteiro ou a horta. A justificativa costuma ser simples. Como o caf cont m mat ria org nica e alguns nutrientes, muita gente imagina que basta espalh -lo sobre a terra para criar um adubo caseiro.

O problema come a quando a borra tratada como um fertilizante pronto e usada sem controle. Aplicada diretamente e em grandes quantidades, ela pode compactar a superf cie, interferir na disponibilidade de nutrientes e liberar compostos capazes de dificultar a germina o ou o desenvolvimento de algumas plantas. Pesquisas que testaram a aplica o direta encontraram redu o de crescimento mesmo em diferentes tipos de solo e culturas.

Isso n o significa que todo uso seja proibido. A borra pode entrar na compostagem e participar da forma o de um composto org nico mais est vel. O que precisa ser evitado transformar o vaso em dep sito para o caf consumido durante a semana.

O erro mais comum tirar a borra ainda mida do coador e espalhar uma camada espessa ao redor da planta.

Como suas part culas s o muito finas, o material tende a se juntar e endurecer medida que seca. A superf cie pode formar uma crosta que dificulta a entrada uniforme da gua e reduz a circula o de ar. Em vasos, onde o espa o pequeno e a drenagem j depende de poucos furos, o problema fica ainda mais evidente.

A umidade retida nessa camada tamb m favorece o aparecimento de fungos sobre o material. Isso n o significa necessariamente que a planta esteja doente, mas funciona como sinal de que a borra est permanecendo mida e concentrada por tempo demais.

Sementes em germina o e mudas jovens s o mais sens veis a mudan as no substrato. Nessa fase, as ra zes ainda s o pequenas e qualquer altera o na umidade, aera o ou disponibilidade de nutrientes pode comprometer o desenvolvimento.

Mesmo depois do preparo da bebida, a borra ainda pode conservar cafe na, polifen is e outros compostos que, dependendo da concentra o, interferem na…

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In a city of high-rises, ‘cardboard grannies’ collect waste for cash

In Hong Kong’s bustling streets, elderly scavengers — many in their 70s or older — navigate crowded sidewalks with trolleys piled high with discarded cardboard. These aging workers haul tens of kilograms of cardboard for meager earnings, painting a striking portrait of poverty and resilience in one of the world’s wealthiest cities.

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Hydrochar turns agricultural waste into a powerful tool for healthier, carbon-rich soils

By converting waste biomass into hydrochar, farmers and land managers may be able to improve soil quality while contributing to carbon management.

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Historia de una incineradora que nunca se construyó (pero que en Asturias sigue dando que hablar)

Asturias, región abonada a los debates interminables, afronta ahora, en 2026, un problema silencioso, a menudo ajeno al ciudadano de a pie, pero que no deja de crecer y que, cuando rebose, tendrá difícil solución. Hay algo en lo que coinciden todos los consultados —políticos, técnicos y operarios—: Asturias sigue sin saber qué hacer con una parte importante de la basura que genera.

El Principado pasó años enredado en una discusión eterna sobre el Consorcio para la Gestión de Residuos Sólidos de Asturias (Cogersa) y la posibilidad de construir una incineradora para quemar parte de los residuos que ya no tenían cabida en el vertedero. Aquello puso en jaque a la política asturiana, provocó manifestaciones, recursos judiciales, enfrentamientos entre PSOE e IU —socios de gobierno cuando comenzó el debate y también en la actualidad— y alimentó interminables discusiones parlamentarias.

Sus defensores la presentaban como una infraestructura imprescindible para evitar el colapso del sistema de residuos. Sus detractores la consideraban incompatible con un modelo basado en la reducción, la reutilización y el reciclaje. La planta nunca llegó a construirse.

Sin embargo, más de veinte años después de que Cogersa incorporase por primera vez la idea a sus planes, la pregunta que pretendía responder sigue encima de la mesa. Y hoy, tras una semana frenética en el consorcio, está más vigente que nunca.

—”Ojalá se hubiese hecho”—, reconoció esta semana en el Parlamento el presidente del Principado, Adrián Barbón.

La polémica sobre la incineración comenzó apenas unos años después de la creación de Cogersa, en 1982. Ya en los años noventa existían dudas sobre la conveniencia de quemar residuos y se perfilaban dos corrientes claramente diferenciadas: quienes defendían la incineración como una herramienta más dentro de la gestión de residuos y quienes la rechazaban, considerándola una solución de último recurso por su impacto ambiental.

El año 2003 marcó un punto de inflexión. Por pr…

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