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Quase 74% dos municípios goianos já regularizaram os lixões; veja a situação da sua cidade – Jornal Opção

Durante décadas, os lixões a céu aberto foram a principal forma de destinação do lixo em Goiás. Em 2015, 230 dos 246 municípios goianos descartavam resíduos em áreas irregulares, o equivalente a 93,5% das cidades. Onze anos depois, o cenário mudou significativamente: levantamento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) mostra que 73,98% dos municípios já encerraram os lixões, estão em processo de regularização ou se enquadram em situação de isenção dentro do Programa Lixão Zero.

Os dados revelam que 182 municípios já aderiram ao programa estadual. Destes, 118 possuem licença de encerramento de lixão emitida pela Semad, 55 estão com processos em andamento e nove se declararam isentos por terem solucionado a questão antes da criação do programa, em 2023.

A mudança representa um dos maiores avanços ambientais recentes em Goiás e ocorre em um tema que há anos desafia gestores públicos em todo o país: a destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Entre os municípios que já receberam licença ambiental de encerramento estão cidades de diferentes portes e regiões do estado.

A lista inclui municípios como Anicuns, Cristalina, Formosa, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Inhumas, Itaberaí, Itumbiara, Jaraguá, Minaçu, Novo Gama, Pirenópolis, Posse, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos, São Simão, Trindade e Uruana.

Também aparecem na relação municípios turísticos e de relevância regional, como Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Corumbá de Goiás, Cristalina, Orizona, Pirenópolis e Três Ranchos.

Ao todo, são 118 cidades que concluíram as exigências para encerrar oficialmente os antigos pontos de descarte irregular.

Apesar dos avanços, alguns dos principais municípios goianos ainda não concluíram o processo.

Entre as cidades que possuem processos em andamento estão Rio Verde, Caldas Novas, Morrinhos, Porangatu, Mineiros, Jussara, Piracanjuba, Campos Belos, Ceres e Uruaçu.

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Quase 74% dos municípios goianos já regularizaram os lixões; veja a situação da sua cidade – Jornal Opção

Empreendedora transforma resíduos têxteis em negócio sustentável – Bomba Bomba

O meio ambiente é um aspecto cada vez mais relevante para quem deseja abrir um negócio, seja na escolha dos materiais utilizados, seja no próprio modelo de empreendimento adotado. No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5), a empreendedora Alegria Méra relembra a trajetória que a levou a transformar a sustentabilidade em parte fundamental do seu negócio.

Alegria conta que começou a empreender ainda jovem, sempre em busca de novas técnicas e oportunidades. “Na época da escola, eu produzia e vendia bijuterias. Depois que me casei, continuei trabalhando em casa, principalmente porque meu esposo viajava muito e eu precisava cuidar da família sem contar com uma rede de apoio”, recorda.

A ideia de reutilizar tecidos surgiu da preocupação com o descarte adequado dos resíduos gerados em sua produção. “Tudo começou quando busquei uma destinação correta para os resíduos têxteis gerados pela minha antiga produção de tiaras. Foi então que passei a trabalhar com a reutilização de tecidos, tendo como matéria-prima favorita o tecido de guarda-chuva”, explica.

Foi assim que nasceu o Ateliê Alegria, empreendimento voltado ao reaproveitamento de resíduos têxteis, como retalhos, tapeçarias e tecidos de guarda-chuvas descartados de forma irregular. As peças também recebem estampas inspiradas na cultura regional, agregando identidade, exclusividade e valor aos produtos sustentáveis.

Apesar de já atuar com foco na sustentabilidade, Alegria enfrentou desafios para estruturar o negócio. Segundo ela, a falta de informações sobre gestão foi um dos principais obstáculos no início da trajetória empreendedora.

“Depois de muito tempo empreendendo de forma amadora, senti a necessidade de crescer. Dar o primeiro passo foi difícil, porque eu não sabia por onde começar e não tinha informações sobre o gerenciamento adequado do meu negócio”, relembra.

Ela destaca que encontrou apoio por meio das capacitações oferecidas pelo Sebrae no Pará. “As capacitações me ajudaram a imp…

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Empreendedora transforma resíduos têxteis em negócio sustentável – Bomba Bomba

Região de Campinas lidera produção diária de biometano no estado de SP | G1

Região de Campinas lidera produção de biometano em SP, mas moradores reclamam de cheiro

Uma pesquisa da Fundação Seade mostrou que a produção de biometano aumentou no estado de São Paulo, e que a região de Campinas (SP) lidera como a responsável pelo maior volume diário de produção, com 47% da produção estadual.

O destaque é o Aterro Sanitário de Paulínia (SP), considerado o maior do Brasil, que recebe cerca de 4,5 toneladas de lixo doméstico por dia, vindas de 28 cidades paulistas.

Desde o início do ano, o local abriga também uma usina de biometano, que produz cerca de 110 mil metros cúbicos de gás por dia. Quando estiver em plena operação, o espaço terá a capacidade de dobrar esse número para 220 mil.

Vizinhos da usina afirmam conviver há anos com o mau cheiro. Um dos moradores afirma ter identificado gases não descritos na legislação saindo da produção da usina de Paulínia.

Em nota, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) disse que acompanha operação da fábrica e fiscaliza o cumprimento das normas ambientais previstas no licenciamento, incluindo aquelas relacionadas ao controle de odores.

A produção de biometano no estado saltou de 1 milhão para mais de 42 milhões de metros cúbicos entre 2002 e 2025, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro. Segundo projeções do governo, o estado de São Paulo pode chegar a produzir 685 mil metros cúbicos do gás diariamente ao longo dos próximos meses.

No caso da região de Campinas, a diretora de operações da empresa que administra a usina em Paulínia, Catarina Amaral, explica que a produção é alta por conta do volume de destinação ao aterro da cidade. Vários municípios deixam os resíduos urbanos em Paulínia.

Carlos Alexandre Silva, especialista em sustentabilidade e presidente da Federação Nacional de Conselhos do Meio Ambiente, afirma que a produção do metano renovável a partir do lixo é positiva para os recursos naturais e a economia.

O engenheiro mecânico Fernando Britto, vizinho da usina, montou uma estaç…

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Prefeitura do Rio inicia em Madureira obras da maior horta urbana do mundo – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro – prefeitura.rio

A Prefeitura do Rio começou as obras da maior horta urbana do mundo. Neste sábado (06/06), no Parque Madureira, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, acompanhou o início das intervenções. Além dos 3 km de extensão da horta, o espaço também contará com um Polo de Agricultura e Educação Ambiental, que abrigará um Mercado Produtor e um Centro de Educação Ambiental.

Juntos, os equipamentos concentrarão atividades de cultivo, produção e comercialização de ervas e hortaliças, além de ações socioambientais, em uma área hoje pouco aproveitada do parque. O investimento de aproximadamente R$ 3,5 milhões é do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. As obras devem durar um ano e serão executadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura.

Nada de Nova York e nem de Paris. A maior horta urbana do mundo fica em Madureira. A gente tem muito orgulho de dizer que vai transformar 3 quilômetros de terra em áreas agricultáveis com pessoas daqui da Serrinha, de Honório Gurgel, de Madureira e de diferentes comunidades que vão fazer parte desse projeto disse o prefeito Eduardo Cavaliere.

A proposta começa com a implantação da maior horta urbana do mundo, que ficará ao longo da faixa de servidão da Light. O espaço será preparado com serviços de limpeza e organização do terreno, seguidos da criação de canteiros distribuídos de forma planejada, voltados ao cultivo de ervas e hortaliças. A ideia é estruturar uma área produtiva que incentive a agricultura urbana e o uso sustentável do solo.

Na sequência, o plano prevê a construção do Mercado Produtor, com cerca de 748 metros quadrados. O equipamento será um galpão amplo e aberto, com 54 boxes destinados à venda direta de ervas, hortaliças e outros produtos cultivados pelos produtores, além de contar com sanitários, área administrativa e depósito. A estrutura do Mercado fortalecerá a conexão entre quem produz e quem consome.

Outro destaque é a implantação do Centro de Educação Ambiental, com …

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Ato contra instalação de incinerador de lixo em Perus denuncia impactos ambientais e à saúde

Movimentos populares, organizações socioambientais, indígenas e moradores da região de Perus, na zona noroeste de São Paulo, realizaram um ato neste sábado (6) contra a instalação de um incinerador de lixo na região e denunciaram seus potenciais impactos socioambientais. Apesar das críticas em contexto mundial, quatro incineradores de lixo estão previstos para serem instalados na capital paulista.

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Ato contra instalação de incinerador de lixo em Perus denuncia impactos ambientais e à saúde

Mineradores de lixo eletrônico: Como entusiastas recondicionam baterias de vape para criar Powerbanks caseiros

O descarte inadequado de resíduos tecnológicos movimenta debates intensos sobre os impactos ecológicos gerados pelo consumo massivo de dispositivos descartáveis

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Mineradores de lixo eletrônico: Como entusiastas recondicionam baterias de vape para criar Powerbanks caseiros

In a city of high-rises, ‘cardboard grannies’ collect waste for cash

In Hong Kong’s bustling streets, elderly scavengers — many in their 70s or older — navigate crowded sidewalks with trolleys piled high with discarded cardboard. These aging workers haul tens of kilograms of cardboard for meager earnings, painting a striking portrait of poverty and resilience in one of the world’s wealthiest cities.

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In a city of high-rises, ‘cardboard grannies’ collect waste for cash

Historia de una incineradora que nunca se construyó (pero que en Asturias sigue dando que hablar)

Asturias, región abonada a los debates interminables, afronta ahora, en 2026, un problema silencioso, a menudo ajeno al ciudadano de a pie, pero que no deja de crecer y que, cuando rebose, tendrá difícil solución. Hay algo en lo que coinciden todos los consultados —políticos, técnicos y operarios—: Asturias sigue sin saber qué hacer con una parte importante de la basura que genera.

El Principado pasó años enredado en una discusión eterna sobre el Consorcio para la Gestión de Residuos Sólidos de Asturias (Cogersa) y la posibilidad de construir una incineradora para quemar parte de los residuos que ya no tenían cabida en el vertedero. Aquello puso en jaque a la política asturiana, provocó manifestaciones, recursos judiciales, enfrentamientos entre PSOE e IU —socios de gobierno cuando comenzó el debate y también en la actualidad— y alimentó interminables discusiones parlamentarias.

Sus defensores la presentaban como una infraestructura imprescindible para evitar el colapso del sistema de residuos. Sus detractores la consideraban incompatible con un modelo basado en la reducción, la reutilización y el reciclaje. La planta nunca llegó a construirse.

Sin embargo, más de veinte años después de que Cogersa incorporase por primera vez la idea a sus planes, la pregunta que pretendía responder sigue encima de la mesa. Y hoy, tras una semana frenética en el consorcio, está más vigente que nunca.

—”Ojalá se hubiese hecho”—, reconoció esta semana en el Parlamento el presidente del Principado, Adrián Barbón.

La polémica sobre la incineración comenzó apenas unos años después de la creación de Cogersa, en 1982. Ya en los años noventa existían dudas sobre la conveniencia de quemar residuos y se perfilaban dos corrientes claramente diferenciadas: quienes defendían la incineración como una herramienta más dentro de la gestión de residuos y quienes la rechazaban, considerándola una solución de último recurso por su impacto ambiental.

El año 2003 marcó un punto de inflexión. Por pr…

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Hydrochar turns agricultural waste into a powerful tool for healthier, carbon-rich soils

By converting waste biomass into hydrochar, farmers and land managers may be able to improve soil quality while contributing to carbon management.

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Hydrochar turns agricultural waste into a powerful tool for healthier, carbon-rich soils