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Justiça suspende contrato de R$ 2,67 bilhões do aterro de Salvador, e Tássio Brito cobra explicações de Bruno Reis e ACM Neto

Neste sábado (20/06/2026), a suspensão dos efeitos financeiros da renovação do contrato de operação do Aterro Sanitário Metropolitano Centro, em Salvador, ampliou a pressão política sobre a Prefeitura da capital baiana, comandada por Bruno Reis, e sobre o ex-prefeito ACM Neto, após a repercussão nacional do caso pela Folha de S.Paulo. A decisão judicial atinge um acordo estimado em R$ 2,67 bilhões, firmado sem nova licitação com a concessionária Battre, responsável pelo aterro, e motivou cobrança pública do presidente do PT da Bahia, Tássio Brito, que pediu explicações sobre a prorrogação contratual por mais 20 anos, contestada em ação civil pública por supostos riscos de prejuízo de quase R$ 500 milhões aos cofres públicos e por questionamentos ambientais. A suspensão dos efeitos financeiros da renovação contratual colocou sob escrutínio público um dos serviços urbanos mais sensíveis da capital baiana: a destinação final dos resíduos sólidos. O contrato envolve a operação do Aterro Sanitário Metropolitano Centro e da estrutura de transbordo associada ao sistema de coleta e destinação do lixo de Salvador. A decisão foi tomada no âmbito de uma ação civil pública proposta pela Associação Nacional dos Municípios e Meio Ambiente — ANAMMA, que questiona a legalidade do Termo Aditivo nº 22. A entidade sustenta que a prorrogação da concessão por mais duas décadas, sem nova licitação, exigiria demonstração técnica, econômica e ambiental mais robusta. Segundo informações públicas sobre o caso, o acordo tem valor estimado em R$ 2,67 bilhões. A ação menciona possível prejuízo de R$ 498 milhões aos cofres públicos, dado que reforça a dimensão administrativa e fiscal da controvérsia. Diante da repercussão da decisão, o presidente do PT da Bahia, Tássio Brito, cobrou explicações públicas do prefeito Bruno Reis e do ex-prefeito ACM Neto. Para o dirigente partidário, a suspensão judicial confirma a gravidade política e administrativa de uma renovação contratual de grande porte ...

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Um método de construção de 2026 promete erguer uma casa completa em cinco dias, sem tijolos e sem obra seca tradicional, usando um sistema feito para acelerar tudo

A busca por alternativas sustentáveis na engenharia civil ganha força global com projetos focados na reutilização de resíduos urbanos. A criação de novos materiais modulares transforma o cenário habitacional, reduzindo os custos logísticos e o tempo de construção tradicional de maneira altamente eficiente.

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Tecnologia de Uberlândia converte lixo em eletricidade e beneficia centenas de famílias com verba estadual | Regionalzão – O maior portal do interior de Minas

Usina termoquímica desenvolvida em Uberlândia recebe R$ 10,9 milhões de fomento e consegue abastecer até 250 residências A busca por alternativas sustentáveis ganhou um reforço histórico no Triângulo Mineiro. Isso porque cientistas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) criaram um sistema inovador que transforma resíduos orgânicos e industriais em energia elétrica. De fato, o projeto recebeu um aporte robusto de R$ 10,9 milhões do Governo de Minas Gerais, com o objetivo claro de impulsionar a descarbonização regional. Atualmente, a gestão desses recursos ocorre por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Como resultado direto, o Laboratório Termoquímico, pertencente ao Centro de Estudos Avançados em Transição Energética (CTE-UFU), reúne cerca de 50 pesquisadores de alto nível dedicados a tirar soluções sustentáveis do papel em parceria com o setor público e privado. De acordo com o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sede-MG, Lucas Mendes, o retorno desse investimento para a sociedade é imediato. Essa é uma pesquisa extremamente relevante de grupos já consolidados na área. Ela mostra de forma clara que o recurso aportado em projetos estratégicos garante o desenvolvimento de tecnologias com impacto social, ambiental e econômico , destacou. Para que o processo aconteça, a usina consome principalmente dois grupos de materiais. Em primeiro lugar, os especialistas usam biomassa natural, que inclui folhas, galhos e cascas de madeira. Além disso, a estrutura processa resíduos urbanos e industriais, como papelão reciclado, sobras de cana-de-açúcar e lixo orgânico doméstico. Posteriormente, todos esses insumos entram em reatores sob calor extremo. Graças a esse aquecimento controlado, a matéria-prima se decompõe e gera três subprodutos ricos: biocarvão, bio-óleo e biogás. Por fim, esse material gasoso abastece turbinas de alta performance para converter a energ...

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O Brasil descobriu um tesouro escondido nos bananais: 220 toneladas de troncos descartados estão virando roupas, papel e embalagens sustentáveis

Um pedaço de resina mastigado e descartado há milênios permitiu que cientistas reconstruíssem rostos genéticos, hábitos alimentares e até problemas de saúde de jovens pré-históricos. Cientistas finalmente mapearam uma rede subterrânea que sustenta ecossistemas inteiros há centenas de milhões de anos. O que descobriram superou até as estimativas mais ambiciosas. Em meio ao aumento recorde das temperaturas globais, uma área específica do Atlântico segue o caminho oposto. Agora, pesquisadores tentam entender o que esse comportamento pode revelar sobre o futuro do clima. Uma prática viral ganhou milhões de adeptos ao prometer mais foco, autocontrole e bem-estar. Mas o que realmente acontece no cérebro quando tentamos cortar os estímulos do dia a dia? Uma nave que viaja pelo espaço profundo acaba de demonstrar uma tecnologia que pode transformar a comunicação interplanetária. Em vez de ondas de rádio, a mensagem foi transmitida por laser, atravessando centenas de milhões de quilômetros com precisão impressionante e velocidades muito superiores às utilizadas atualmente.

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Ozônio ganha espaço no tratamento de efluentes industriais e pode reduzir uso de químicos nas operações – NIDDE DIGITAL NOTÍCIAS

São Paulo, maio de 2026 – A gestão de efluentes industriais tem se tornado uma prioridade para empresas que buscam reduzir impactos ambientais, atender exigências regulatórias e melhorar a eficiência operacional. Nesse contexto, tecnologias baseadas em ozônio vêm ganhando espaço como alternativa para o tratamento de efluentes, por sua capacidade de atuar na oxidação de compostos, redução de carga microbiológica e diminuição da dependência de produtos químicos tradicionais. Aplicada no Brasil por meio da Wier, a solução pode ser utilizada em diferentes segmentos industriais, incluindo alimentos e bebidas, agroindústria, farmacêutico, cosméticos, saneamento, papel e celulose, têxtil e outros setores que geram efluentes com alta carga orgânica ou presença de contaminantes. O uso do ozônio pode contribuir para a redução de até 90% no uso de produtos químicos, eficiência de até 99,9% na eliminação de micro-organismos e melhoria de até 80% em parâmetros de qualidade da água tratada. Na prática, a tecnologia atua no processo de oxidação, ajudando a degradar compostos orgânicos, reduzir odores, melhorar a coloração do efluente e diminuir a presença de micro-organismos. Com isso, as empresas conseguem tornar o tratamento mais eficiente e reduzir a geração de resíduos químicos associados a processos convencionais. Outro diferencial está no potencial de reúso da água. Ao melhorar a qualidade do efluente tratado, o ozônio pode apoiar estratégias de economia hídrica, permitindo redução de até 70% no consumo de água nova em determinadas operações industriais. Além disso, a maior eficiência do tratamento pode contribuir para economia de energia de até 50%, dependendo da estrutura da estação e da integração com outras tecnologias. De acordo com Bruno Mena Cadorin, CEO da Wier, o tratamento de efluentes industriais é uma das frentes em que o ozônio pode gerar ganhos ambientais e operacionais relevantes. “A indústria precisa avançar em soluções que reduzam impacto ambiental sem c...

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Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza

A proposta nasceu da vontade de criar uma moradia com menor impacto ambiental e aproveitar materiais que normalmente seriam descartados. Ao longo de vários anos, mãe e filha reuniram milhares de garrafas de vidro provenientes de doações, estabelecimentos comerciais e pontos de coleta. O material foi incorporado à estrutura da residência de forma planejada e segura. Para concluir o projeto, foram necessárias mais de 8 mil garrafas de vidro. As peças foram inseridas nas paredes da construção e combinadas com materiais tradicionais utilizados na construção civil, garantindo resistência estrutural e um visual bastante diferenciado. Além do reaproveitamento de resíduos, a técnica contribuiu para reduzir parte dos custos da obra. Um dos aspectos que mais chama a atenção é o efeito visual criado pelas garrafas. A entrada de luz natural através do vidro produz diferentes tonalidades ao longo do dia, proporcionando ambientes iluminados e com aparência única. Segundo os responsáveis pelo projeto, a característica também ajuda a reduzir a necessidade de iluminação artificial durante o período diurno. A construção sustentável vem ganhando espaço em várias partes do mundo como alternativa para reduzir impactos ambientais. Projetos que utilizam materiais recicláveis ajudam a diminuir o volume de resíduos descartados e estimulam novas formas de reaproveitamento de recursos que normalmente seriam destinados ao lixo.

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