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À noite, enormes predadores vagueiam pelas ruas destas cidades

Todas as noites, Abbas Yusuf atravessa as antigas muralhas da cidade sagrada de Harar, na Etiópia, e começa a chamar os animais pelo nome. Kamariya, “como a lua”. Chaltu, “refinada”. E a sua favorita, Jarjaraa, “a apressada”. Uma hiena-malhada sai da escuridão e pega numa tira de carne de um pau que ele segura entre os dentes. Para Abbas, estes carnívoros são visitantes bem-vindos. “Eu preparo a carne”, diz, na sua língua nativa, o oromo. “E os convidados que chegam, cuido deles e despeço-me deles em paz”. Abbas Yusuf é um dos últimos “homens-hiena” de Harar, mantendo a tradição de alimentar um dos predadores mais temidos de África, mesmo dentro da sua casa. Tornou-se uma espécie de atração, com visitantes a pagarem para ver as refeições noturnas e tirarem fotos de perto com os animais selvagens. Caçadoras noturnas com um “riso” que soa sinistro, as hienas ganharam reputação mundial como as vilãs da savana. Mas na Etiópia, novas investigações sugerem que as hienas poderiam ajudar a resolver o problema dos resíduos urbanos do país, melhorar a saúde pública e até mesmo ajudar na luta contra as alterações climáticas. A norte de Harar, em Mekelle, capital da região de Tigray, o especialista em ecologia da vida selvagem Gidey Yirga estuda hienas urbanas há mais de 15 anos. Yirga explica que as hienas têm um “comportamento muito flexível”: vivendo em grandes sociedades matriarcais, caçam e criam frequentemente as suas crias de forma cooperativa. São predadores formidáveis e podem recorrer à necrofagia quando surge a oportunidade. À medida que África se torna cada vez mais urbana, as hienas e outros animais selvagens aproximam-se da vida humana, especialmente dos aterros sanitários. Quando a noite cai em Mekelle, as hienas selvagens “deslocam-se” das suas tocas subterrâneas nos arredores para os aterros da cidade.

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Você joga borra de café direto no vaso? Estes 5 erros podem prejudicar suas plantas – Tribuna de Jundiaí

A borra que sobra no coador parece ter destino certo: o vaso, o canteiro ou a horta. A justificativa costuma ser simples. Como o caf cont m mat ria org nica e alguns nutrientes, muita gente imagina que basta espalh -lo sobre a terra para criar um adubo caseiro. O problema come a quando a borra tratada como um fertilizante pronto e usada sem controle. Aplicada diretamente e em grandes quantidades, ela pode compactar a superf cie, interferir na disponibilidade de nutrientes e liberar compostos capazes de dificultar a germina o ou o desenvolvimento de algumas plantas. Pesquisas que testaram a aplica o direta encontraram redu o de crescimento mesmo em diferentes tipos de solo e culturas. Isso n o significa que todo uso seja proibido. A borra pode entrar na compostagem e participar da forma o de um composto org nico mais est vel. O que precisa ser evitado transformar o vaso em dep sito para o caf consumido durante a semana. O erro mais comum tirar a borra ainda mida do coador e espalhar uma camada espessa ao redor da planta. Como suas part culas s o muito finas, o material tende a se juntar e endurecer medida que seca. A superf cie pode formar uma crosta que dificulta a entrada uniforme da gua e reduz a circula o de ar. Em vasos, onde o espa o pequeno e a drenagem j depende de poucos furos, o problema fica ainda mais evidente. A umidade retida nessa camada tamb m favorece o aparecimento de fungos sobre o material. Isso n o significa necessariamente que a planta esteja doente, mas funciona como sinal de que a borra est permanecendo mida e concentrada por tempo demais. Sementes em germina o e mudas jovens s o mais sens veis a mudan as no substrato. Nessa fase, as ra zes ainda s o pequenas e qualquer altera o na umidade, aera o ou disponibilidade de nutrientes pode comprometer o desenvolvimento. Mesmo depois do preparo da bebida, a borra ainda pode conservar cafe na, polifen is e outros compostos que, dependendo da concentra o, interferem na...

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O respeito ao meio ambiente está de volta

O novo secretário estadual do Ambiente, Rodrigo Mascarenhas quer fazer cumprir a lei que proíbe diluição e descarte de chorume em estação de tratamento de esgoto sem um prévio tratamento. Isso passará a ser fiscalizado, o que não era feito anteriormente. https://odia.ig.com.br/colunas/informe-do-dia/2026/05/7254746-o-respeito-ao-meio-ambiente-esta-de-volta.html  

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Banco Alimentar inicia nova campanha de recolha nos supermercados

O Banco Alimentar Contra a Fome lança este fim de semana uma campanha de recolha de alimentos em mais de dois mil supermercados, mobilizando cerca de 40 mil voluntários em todo o país. A iniciativa surge num momento crítico, com um aumento significativo de pedidos de apoio por parte de famílias carenciadas, pressionadas pela subida do custo de vida, dos combustíveis e da habitação. Quem não puder participar presencialmente pode contribuir online, através da plataforma "Alimente esta Ideia", que já angariou milhares de litros e quilos de produtos essenciais nos primeiros três dias de doações digitais.

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O maior e mais caro aterro sanitário da Terra está localizado a 400 quilômetros acima da atmosfera, em órbita contínua

Ao redor da Terra acumulam-se mais de 33 mil objetos rastreáveis em órbita — e quase metade é simplesmente lixo espacial. Foguetes abandonados, satélites inativos e fragmentos de colisões representam uma ameaça crescente a infraestruturas críticas como GPS e comunicações. O problema mais perturbador não é o diagnóstico, mas a ausência de solução: diferente do lixo terrestre, o que sobe para o espaço, lá fica.

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Nepal começou a encher ruas com toneladas de resíduos plásticos com um objetivo: tornar-se mais sustentável

Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.

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Engenheiros do MIT projetam treliças de piso impressas em 3D a partir de plástico reciclado em apenas 13 minutos por peça, su

Treliças de piso produzidas com plástico reciclado por meio de impressão 3D surgem como uma alternativa promissora para estruturas leves na construção civil. A tecnologia combina sustentabilidade e inovação, aproveitando materiais descartados para criar componentes estruturais com menor peso e impacto ambiental. A tendência aponta para uma transformação no setor, onde resíduos plásticos deixam de ser problema para se tornar matéria-prima de alta precisão.

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Um homem constrói telhados com papelão e resíduos agrícolas para moradias precárias, e após instalar centenas deles, mostra que o impacto pode ser simples, acessível e escalável

Tecnologia inovadora está transformando a vida de milhares de famílias em comunidades vulneráveis: placas modulares fabricadas a partir de resíduos reciclados substituem coberturas precárias por soluções ecológicas e eficientes. A solução garante conforto térmico e proteção duradoura para populações de baixa renda, unindo sustentabilidade e impacto social em uma única inovação.

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