Como os bioplásticos de CBD à base de cânhamo e outros subprodutos estão criando um mercado bilionário e sustentável para substituir o plástico [ ]
Mais »Homem constrói casa de 100 m² com 11 mil garrafas PET em Minas Gerais e emociona ao …
... lixo comum. Escrito por Noel Budeguer. Publicado em 13/06/2026 às 19:06. Atualizado 13/06/2026 às 19:08. Construção. Compartilhar no WhatsApp.
Mais »O oceano virou matéria-prima: pescadores retiram plástico do mar e uma marca transforma …
Projeto Upcycling the Oceans reúne quase 5 mil pescadores, já retirou mais de 2.100 toneladas de lixo do mar e transforma resíduos em moda reciclada.
Mais »Transição energética: Biometano pode ser peça decisiva – Expresso
O biometano está a transformar a agricultura portuguesa ao converter resíduos em energia e em biofertilizante, criando novas fontes de receita e ...
Mais »Tecnologia de Uberlândia converte lixo em eletricidade e beneficia centenas de famílias com verba estadual | Regionalzão – O maior portal do interior de Minas
Usina termoquímica desenvolvida em Uberlândia recebe R$ 10,9 milhões de fomento e consegue abastecer até 250 residências A busca por alternativas sustentáveis ganhou um reforço histórico no Triângulo Mineiro. Isso porque cientistas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) criaram um sistema inovador que transforma resíduos orgânicos e industriais em energia elétrica. De fato, o projeto recebeu um aporte robusto de R$ 10,9 milhões do Governo de Minas Gerais, com o objetivo claro de impulsionar a descarbonização regional. Atualmente, a gestão desses recursos ocorre por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Como resultado direto, o Laboratório Termoquímico, pertencente ao Centro de Estudos Avançados em Transição Energética (CTE-UFU), reúne cerca de 50 pesquisadores de alto nível dedicados a tirar soluções sustentáveis do papel em parceria com o setor público e privado. De acordo com o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sede-MG, Lucas Mendes, o retorno desse investimento para a sociedade é imediato. Essa é uma pesquisa extremamente relevante de grupos já consolidados na área. Ela mostra de forma clara que o recurso aportado em projetos estratégicos garante o desenvolvimento de tecnologias com impacto social, ambiental e econômico , destacou. Para que o processo aconteça, a usina consome principalmente dois grupos de materiais. Em primeiro lugar, os especialistas usam biomassa natural, que inclui folhas, galhos e cascas de madeira. Além disso, a estrutura processa resíduos urbanos e industriais, como papelão reciclado, sobras de cana-de-açúcar e lixo orgânico doméstico. Posteriormente, todos esses insumos entram em reatores sob calor extremo. Graças a esse aquecimento controlado, a matéria-prima se decompõe e gera três subprodutos ricos: biocarvão, bio-óleo e biogás. Por fim, esse material gasoso abastece turbinas de alta performance para converter a energ...
Mais »O Brasil descobriu um tesouro escondido nos bananais: 220 toneladas de troncos descartados estão virando roupas, papel e embalagens sustentáveis
Um pedaço de resina mastigado e descartado há milênios permitiu que cientistas reconstruíssem rostos genéticos, hábitos alimentares e até problemas de saúde de jovens pré-históricos. Cientistas finalmente mapearam uma rede subterrânea que sustenta ecossistemas inteiros há centenas de milhões de anos. O que descobriram superou até as estimativas mais ambiciosas. Em meio ao aumento recorde das temperaturas globais, uma área específica do Atlântico segue o caminho oposto. Agora, pesquisadores tentam entender o que esse comportamento pode revelar sobre o futuro do clima. Uma prática viral ganhou milhões de adeptos ao prometer mais foco, autocontrole e bem-estar. Mas o que realmente acontece no cérebro quando tentamos cortar os estímulos do dia a dia? Uma nave que viaja pelo espaço profundo acaba de demonstrar uma tecnologia que pode transformar a comunicação interplanetária. Em vez de ondas de rádio, a mensagem foi transmitida por laser, atravessando centenas de milhões de quilômetros com precisão impressionante e velocidades muito superiores às utilizadas atualmente.
Mais »Ozônio ganha espaço no tratamento de efluentes industriais e pode reduzir uso de químicos nas operações – NIDDE DIGITAL NOTÍCIAS
São Paulo, maio de 2026 – A gestão de efluentes industriais tem se tornado uma prioridade para empresas que buscam reduzir impactos ambientais, atender exigências regulatórias e melhorar a eficiência operacional. Nesse contexto, tecnologias baseadas em ozônio vêm ganhando espaço como alternativa para o tratamento de efluentes, por sua capacidade de atuar na oxidação de compostos, redução de carga microbiológica e diminuição da dependência de produtos químicos tradicionais. Aplicada no Brasil por meio da Wier, a solução pode ser utilizada em diferentes segmentos industriais, incluindo alimentos e bebidas, agroindústria, farmacêutico, cosméticos, saneamento, papel e celulose, têxtil e outros setores que geram efluentes com alta carga orgânica ou presença de contaminantes. O uso do ozônio pode contribuir para a redução de até 90% no uso de produtos químicos, eficiência de até 99,9% na eliminação de micro-organismos e melhoria de até 80% em parâmetros de qualidade da água tratada. Na prática, a tecnologia atua no processo de oxidação, ajudando a degradar compostos orgânicos, reduzir odores, melhorar a coloração do efluente e diminuir a presença de micro-organismos. Com isso, as empresas conseguem tornar o tratamento mais eficiente e reduzir a geração de resíduos químicos associados a processos convencionais. Outro diferencial está no potencial de reúso da água. Ao melhorar a qualidade do efluente tratado, o ozônio pode apoiar estratégias de economia hídrica, permitindo redução de até 70% no consumo de água nova em determinadas operações industriais. Além disso, a maior eficiência do tratamento pode contribuir para economia de energia de até 50%, dependendo da estrutura da estação e da integração com outras tecnologias. De acordo com Bruno Mena Cadorin, CEO da Wier, o tratamento de efluentes industriais é uma das frentes em que o ozônio pode gerar ganhos ambientais e operacionais relevantes. “A indústria precisa avançar em soluções que reduzam impacto ambiental sem c...
Mais »Mãe e filha transformam mais de 8 mil garrafas descartadas em casa impressionante e história viraliza
A proposta nasceu da vontade de criar uma moradia com menor impacto ambiental e aproveitar materiais que normalmente seriam descartados. Ao longo de vários anos, mãe e filha reuniram milhares de garrafas de vidro provenientes de doações, estabelecimentos comerciais e pontos de coleta. O material foi incorporado à estrutura da residência de forma planejada e segura. Para concluir o projeto, foram necessárias mais de 8 mil garrafas de vidro. As peças foram inseridas nas paredes da construção e combinadas com materiais tradicionais utilizados na construção civil, garantindo resistência estrutural e um visual bastante diferenciado. Além do reaproveitamento de resíduos, a técnica contribuiu para reduzir parte dos custos da obra. Um dos aspectos que mais chama a atenção é o efeito visual criado pelas garrafas. A entrada de luz natural através do vidro produz diferentes tonalidades ao longo do dia, proporcionando ambientes iluminados e com aparência única. Segundo os responsáveis pelo projeto, a característica também ajuda a reduzir a necessidade de iluminação artificial durante o período diurno. A construção sustentável vem ganhando espaço em várias partes do mundo como alternativa para reduzir impactos ambientais. Projetos que utilizam materiais recicláveis ajudam a diminuir o volume de resíduos descartados e estimulam novas formas de reaproveitamento de recursos que normalmente seriam destinados ao lixo.
Mais »Nasa testa sistema que transforma fezes de astronautas em adubo para a Lua
Sistema busca reaproveitar resíduos humanos para produzir água e nutrientes em futuras missões lunares
Mais »À noite, enormes predadores vagueiam pelas ruas destas cidades
Todas as noites, Abbas Yusuf atravessa as antigas muralhas da cidade sagrada de Harar, na Etiópia, e começa a chamar os animais pelo nome. Kamariya, “como a lua”. Chaltu, “refinada”. E a sua favorita, Jarjaraa, “a apressada”. Uma hiena-malhada sai da escuridão e pega numa tira de carne de um pau que ele segura entre os dentes. Para Abbas, estes carnívoros são visitantes bem-vindos. “Eu preparo a carne”, diz, na sua língua nativa, o oromo. “E os convidados que chegam, cuido deles e despeço-me deles em paz”. Abbas Yusuf é um dos últimos “homens-hiena” de Harar, mantendo a tradição de alimentar um dos predadores mais temidos de África, mesmo dentro da sua casa. Tornou-se uma espécie de atração, com visitantes a pagarem para ver as refeições noturnas e tirarem fotos de perto com os animais selvagens. Caçadoras noturnas com um “riso” que soa sinistro, as hienas ganharam reputação mundial como as vilãs da savana. Mas na Etiópia, novas investigações sugerem que as hienas poderiam ajudar a resolver o problema dos resíduos urbanos do país, melhorar a saúde pública e até mesmo ajudar na luta contra as alterações climáticas. A norte de Harar, em Mekelle, capital da região de Tigray, o especialista em ecologia da vida selvagem Gidey Yirga estuda hienas urbanas há mais de 15 anos. Yirga explica que as hienas têm um “comportamento muito flexível”: vivendo em grandes sociedades matriarcais, caçam e criam frequentemente as suas crias de forma cooperativa. São predadores formidáveis e podem recorrer à necrofagia quando surge a oportunidade. À medida que África se torna cada vez mais urbana, as hienas e outros animais selvagens aproximam-se da vida humana, especialmente dos aterros sanitários. Quando a noite cai em Mekelle, as hienas selvagens “deslocam-se” das suas tocas subterrâneas nos arredores para os aterros da cidade.
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