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Você joga borra de café direto no vaso? Estes 5 erros podem prejudicar suas plantas – Tribuna de Jundiaí

A borra que sobra no coador parece ter destino certo: o vaso, o canteiro ou a horta. A justificativa costuma ser simples. Como o caf cont m mat ria org nica e alguns nutrientes, muita gente imagina que basta espalh -lo sobre a terra para criar um adubo caseiro. O problema come a quando a borra tratada como um fertilizante pronto e usada sem controle. Aplicada diretamente e em grandes quantidades, ela pode compactar a superf cie, interferir na disponibilidade de nutrientes e liberar compostos capazes de dificultar a germina o ou o desenvolvimento de algumas plantas. Pesquisas que testaram a aplica o direta encontraram redu o de crescimento mesmo em diferentes tipos de solo e culturas. Isso n o significa que todo uso seja proibido. A borra pode entrar na compostagem e participar da forma o de um composto org nico mais est vel. O que precisa ser evitado transformar o vaso em dep sito para o caf consumido durante a semana. O erro mais comum tirar a borra ainda mida do coador e espalhar uma camada espessa ao redor da planta. Como suas part culas s o muito finas, o material tende a se juntar e endurecer medida que seca. A superf cie pode formar uma crosta que dificulta a entrada uniforme da gua e reduz a circula o de ar. Em vasos, onde o espa o pequeno e a drenagem j depende de poucos furos, o problema fica ainda mais evidente. A umidade retida nessa camada tamb m favorece o aparecimento de fungos sobre o material. Isso n o significa necessariamente que a planta esteja doente, mas funciona como sinal de que a borra est permanecendo mida e concentrada por tempo demais. Sementes em germina o e mudas jovens s o mais sens veis a mudan as no substrato. Nessa fase, as ra zes ainda s o pequenas e qualquer altera o na umidade, aera o ou disponibilidade de nutrientes pode comprometer o desenvolvimento. Mesmo depois do preparo da bebida, a borra ainda pode conservar cafe na, polifen is e outros compostos que, dependendo da concentra o, interferem na...

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O respeito ao meio ambiente está de volta

O novo secretário estadual do Ambiente, Rodrigo Mascarenhas quer fazer cumprir a lei que proíbe diluição e descarte de chorume em estação de tratamento de esgoto sem um prévio tratamento. Isso passará a ser fiscalizado, o que não era feito anteriormente. https://odia.ig.com.br/colunas/informe-do-dia/2026/05/7254746-o-respeito-ao-meio-ambiente-esta-de-volta.html  

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Banco Alimentar inicia nova campanha de recolha nos supermercados

O Banco Alimentar Contra a Fome lança este fim de semana uma campanha de recolha de alimentos em mais de dois mil supermercados, mobilizando cerca de 40 mil voluntários em todo o país. A iniciativa surge num momento crítico, com um aumento significativo de pedidos de apoio por parte de famílias carenciadas, pressionadas pela subida do custo de vida, dos combustíveis e da habitação. Quem não puder participar presencialmente pode contribuir online, através da plataforma "Alimente esta Ideia", que já angariou milhares de litros e quilos de produtos essenciais nos primeiros três dias de doações digitais.

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O maior e mais caro aterro sanitário da Terra está localizado a 400 quilômetros acima da atmosfera, em órbita contínua

Ao redor da Terra acumulam-se mais de 33 mil objetos rastreáveis em órbita — e quase metade é simplesmente lixo espacial. Foguetes abandonados, satélites inativos e fragmentos de colisões representam uma ameaça crescente a infraestruturas críticas como GPS e comunicações. O problema mais perturbador não é o diagnóstico, mas a ausência de solução: diferente do lixo terrestre, o que sobe para o espaço, lá fica.

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Nepal começou a encher ruas com toneladas de resíduos plásticos com um objetivo: tornar-se mais sustentável

Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.

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Engenheiros do MIT projetam treliças de piso impressas em 3D a partir de plástico reciclado em apenas 13 minutos por peça, su

Treliças de piso produzidas com plástico reciclado por meio de impressão 3D surgem como uma alternativa promissora para estruturas leves na construção civil. A tecnologia combina sustentabilidade e inovação, aproveitando materiais descartados para criar componentes estruturais com menor peso e impacto ambiental. A tendência aponta para uma transformação no setor, onde resíduos plásticos deixam de ser problema para se tornar matéria-prima de alta precisão.

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Um homem constrói telhados com papelão e resíduos agrícolas para moradias precárias, e após instalar centenas deles, mostra que o impacto pode ser simples, acessível e escalável

Tecnologia inovadora está transformando a vida de milhares de famílias em comunidades vulneráveis: placas modulares fabricadas a partir de resíduos reciclados substituem coberturas precárias por soluções ecológicas e eficientes. A solução garante conforto térmico e proteção duradoura para populações de baixa renda, unindo sustentabilidade e impacto social em uma única inovação.

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Reciclagem avança, mas ainda esbarra em questões tributárias e baixa reciclabilidade

No ESG Summit da EXAME, especialistas debateram estratégias inovadoras para transformar resíduos em oportunidades econômicas e impulsionar a economia circular no Brasil. O encontro reuniu lideranças do setor para discutir como empresas podem integrar a circularidade em seus modelos de negócio, gerando valor financeiro e reduzindo impactos ambientais. O tema reforça a crescente convergência entre sustentabilidade e competitividade empresarial.

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União entre recicladores e MST transforma resíduos orgânicos em adubo – MST

O MST e a Cooperativa de Trabalho dos Recicladores de Orlândia (Cooperlol) deram um passo decisivo na construção de um futuro mais sustentável com o lançamento do projeto piloto "Reciclar & Plantar" no assentamento Mário Lago, em Ribeirão Preto/SP. A iniciativa integra reciclagem de resíduos orgânicos e práticas agroecológicas por meio de uma técnica inovadora de baixo custo para produção de composto, unindo as famílias Sem Terra à expertise da Cooperlol — cooperativa que processa cerca de 120 toneladas de recicláveis por mês desde 2005. Sob o lema "transformando resíduos, cultivando vida", o projeto expande seu alcance além de Orlândia, apostando na força coletiva para gerar alimentos saudáveis e impacto ambiental positivo na região.

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