Dos paus e lixo que apanha, Joaquim faz cobras, sardões e “tudo o que lhe dá na cabeça”

Quando deixou o mar, depois de quatro décadas dedicadas à pesca de bacalhau, Joaquim Pires começou a apanhar paus "a torto e a direito". Olhava para eles, tortos e direitos, e imaginava uma peça na sua cabeça: cobras, sardões, pássaros, cisnes, ou tudo o que dali pudesse surgir.

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Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.